23 de agosto de 2009

Internacionalização da Amazônia.



























Durante um debate em uma Universidade, nos Estados Unidos em 2001, Buarque foi questionado por um estudante — que disse solicitar a resposta de um humanista e não de um brasileiro — acerca da internacionalização da Amazônia. Sua resposta, brilhante, foi dada de improviso. Posteriormente Buarque escreveu-a, sob a forma de um artigo, que aqui reproduzimos.

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"Fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia, durante um debate recente, nos Estados Unidos. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha. De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia.

Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia é para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da humanidade.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, possa ser manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

fonte: www.lerpensamentos.com

Carta Aberta a Igreja Evangélica Brasileira



















Carta aberta a Igreja Evangélica Brasileira sobre os mercadores da fé!

Por Renato Vargens


Prezados Irmãos,


Hoje pela manhã em meu momento devocional me lembrei de uma linda canção do grupo Logos, o qual compartilho a letra:


“Eu sinto verdadeiro espanto no meu coração

Em constatar que o evangelho já mudou.

Quem ontem era servo agora acha-se Senhor

E diz a Deus como Ele tem que ser ...

Mas o verdadeiro evangelho exalta a Deus

Ele é tão claro como a água que eu bebi

E não se negocia sua essência e poder

Se camuflado a excelência perderá!

O evangelho é que desvenda os nossos olhos

E desamarra todo nó que já se fez

Porém, ninguém será liberto, sem que clame

Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.

O evangelho mostra o homem morto em seu pecar

Sem condições de levantar-se por si só ...

A menos que, Jesus que é justo, o arranque de onde está

E o justifique, e o apresente ao Pai.

Mostra ainda a justiça de um Deus

Que é bem maior que qualquer força ou ficção

Que não seria injusto se me deixasse perecer

Mas soberano em graça me escolheu

É por isso que não posso me esquecer

Sendo seu servo, não Lhe digo o que fazer

Determinando ou marcando hora para acontecer

O que Sua vontade mostrará.

Porém, ninguém será liberto, sem que clame

Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.”

Pois é, o Paulo Cezar do grupo Logos conseguiu resumir de forma melódica o que é o Evangelho e o que os "profetas da prosperidade’’ fizeram do Evangelho de Cristo.

Infelizmente nestes últimos dias temos visto o evangelho da Salvação Eterna sendo comercializado pelos mercadores da fé. Depois da oração vendida por sete Reais por Marcos Feliciano, eis que surge retumbante o senhor Morris Cerullo, apoiado por Silas Malafaia pedindo pela televisão R$ 900,00 de oferta. No programa Vitória em Cristo, exibido na Rede Bandeirantes e dirigido pelo apresentador da Assembléia de Deus, do dia 8 de agosto de 2009, o pregador da unção financeira, Morris Cerullo solicita em nome de Cristo uma “singela contribuição”. Segundo o profeta da prosperidade, os que aderissem ao desafio receberiam uma nova unção financeira.

Caro leitor, este não é, nunca foi e jamais será o evangelho do meu Senhor. Tais pessoas em nome de uma espiritualidade falsa têm feito da Palavra de Deus instrumento para enriquecimento próprio. A luz desta afirmação lembro daquilo que o Apostolo Paulo disse ao escrever sua carta aos Coríntios: “Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo.” I Co 5:9-13

Pois é, com estes nem comais. Duro este discurso não é verdade?

Anseio por ver o evangelho vivido por Lutero, Calvino, Jonathan Edwards, John Wesley, Spurgeon, Lloyd Jones entre tantos outros mais, sendo pregado de forma eficaz em nosso país.
Que o Senhor que tenha misericórdia de sua igreja e nos reconduza novamente aos valores inegociáveis da sã doutrina!


Renato Vargens

artigospastorais@ gmail.com

20 de agosto de 2009

GLOBO X RECORD Cuidado com os manipuladores.!!




























Amigos (as) Evangélicos do Brasil, temos assistidos nos últimos dias uma verdadeira guerra entre a RECORD x GLOBO, cujo o objetivo é o mesmo, interesses financeiros devido a disputa de audiência. O que me deixa irado é alguns sabichões do meio evangélico sairem a favor desta ou daquela envolvendo o povo Evangélico nessa disputa, como se fosse uma verdadeira "Guerra santa" a qual devemos nos engajar em nome da preservação da Nação Cristã evangélica. Não queiram usar a Igreja Evangélica Brasileira como massa de manobra para defender esta corja que têm sobrevivido a exploração da falta de informação e formação de alguns.
Presto aqui meu voto de indignação aqueles lideres religiosos que estão procurando manipular a opinião evangélica. Nos RESPEITEM..!! sabemos exercer a arte de pensar, graças a DEUS..!!!
E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os.(Lucas 2:46)

19 de agosto de 2009

Tudo certo MARINA SILVA será candidata a Presidência da República pelo PV




















Tudo acertado: a bola com Marina!
Todas as questões políticas relevantes foram acertadeas ontem à noite, em São Paulo. Haverá uma Convenção Nacional festiva, no domingo 30 de agosto, para receber Marina.

Alfredo Sirkis

Dependendo ainda de anúncio oficial da senadora Marina Silva, já está montado o cenário para seu ingresso no PV. Ele se daria no dia 30 de agosto, domingo, em São Paulo, numa convenção nacional festiva do PV precedida de uma reunião da Executiva Nacional, possivelmente no mesmo dia, pela manhã ou no sábado, dia 29.

Marina indicará nove integrantes de sua equipe que, juntamente como ela própria, ingressarão na Executiva Nacional do PV e, juntamente com onze membros atuais da Executiva, formarão uma Coordenação Nacional destinada a tratar, prioritariamente, da elaboração do texto base para os novos programas partidário (20 anos) e de governo (5 anos) pela campanha presidencial --a decisão de Marina não é automática à filiação, será tomada em momento posterior-- e outros assuntos centrais como a mobilização do partido em torno da Conferência de Copenhagen. Questões estaduais são serão tratadas pela Coordenação caso influenciem as outras esferas. Os novos programas partidário e de governo serão fechados no Congresso Verde previsto para novembro.

Foi também acordado propor a inclusão nos estatutos uma "clásula de consciência" que permite aos filiados e eleitos se absterem em relação a pontos do programa partidário que possam de alguma maneira contrariar convicões religiosas, sem prejuízo da posição oficial do partido.

Foi reiterada a importancia da campanha de mobilização Brasil no Clima que deverá conscientizar a população brasileira em relação ao papel extraordinariamente importante de nosso país na Conferência de Copenhagen, de 7 e 21 de dezembro, e da necessidade do Brasil assumir metas audazes de redução de suas emissões de carbono e metano, tanto nas queimadas na Amazônia quando nas fontes energéticas, vazadouros de lixo e agropecuaria.

A campanha Brasil no Clima será relançada com a presença de Marina, no Rio de Janeiro, no domingo 27 de setembro, numa ccaminhada pela orla marítima.

Fonte: www.pv.org.br

Onde esta sua Fé.??

















ONDE ESTÁ A SUA FÉ?

"Onde está a sua fé?" perguntou ele aos
seus discípulos. (Lucas 8.25a)

Quando sopram os maus ventos e caem sobre a cabeça
as tempestades "brabas" da vida, onde está a sua
fé?

Quando o barco enche de água e as esperanças
começam a ir a pique, onde está a sua fé?

Quando o norte desaparece e perde-se de vista a
terra no meio das ondas altas, onde está a sua fé?

Quando o Mestre dorme tranquilo e as forças da
natureza ou da humanidade ameaçam tragar, onde
está a sua fé?

Quando a ordem do Mestre de atravessar o mar
parece levar à morte, onde está a sua fé?

Quando os resultados não aparecem e os ímpios
conquistam sucessos, onde está a sua fé?

Quando o frio das decepções penetra os ossos e as
frustrações fazem ranger os dentes, onde está a
sua fé?

Quando acabam as luzes da festa e as trevas da
noite o cercam, onde está a sua fé?

Quando você deita à noite, morrendo os sons do
dia, para deixá-lo nos seus pensamentos, só você,
com Deus, onde está a sua fé?

17 de agosto de 2009

O caminho de Jericó.

















O caminho de Jericó era um problema. Era íngreme, saía do nível do mar e ia até mais ou menos 1.100 metros de altitude. Estrada conhecida como caminho sanguinário, covil de salteadores, e, apesar de ser o caminho mais curto (mais ou menos 24 quilômetros), era o mais perigoso e temido da época. É neste caminho que vamos encontrar a paisagem usada em uma das mais interessantes parábolas usadas por Jesus Cristo em seu curto ministério. Jesus, ao falar do amor ao próximo foi indagado sobre quem realmente seria o próximo a ser amado, pois o povo da época sabia muito de leis e tradições religiosas, mas era pouco afeito a repartir o pão com estranhos. Para poder ensinar sem ofender as vaidades pessoais de cada um, Jesus então propõe uma parábola. A parábola do Bom Samaritano se passa neste caminho, e, quando Jesus fala que casualmente passavam por ali sacerdotes e levitas, é porque ele sabia que este não era o caminho usual de quem subia de Jerusalém para Jericó; principalmente se levassem algum dinheiro na bolsa. Tanto sacerdotes (da linhagem de Arão) como levitas (da tribo de Levi), prestavam serviços no templo de Jerusalém, faziam seus trabalhos e viviam dele, portanto, quando voltavam, sempre tinham algum dinheiro na bolsa. O mestre sabia que seus ouvintes entenderiam a parábola, pois todos conheciam a periculosidade daquele caminho. Assim Jesus pregava, numa linguagem simples e direta, clara, concisa e que sempre chegava a tempo hábil, sem rodeios, sem rapapés ou salamaleques. O sacerdote, que por sua própria função religiosa, era para ter parado e prestado socorro ao homem ferido, passou de largo, sem se importar com o desafortunado viajante; semelhantemente assim também o fez o Levita, homem ungido que prestava serviços na casa de Deus. Ambos estavam mais preocupados em proteger suas bolsas e não se contaminar com algo impuro, do que prestar socorro ao homem caído à beira da estrada. Todavia também vinha por este caminho um samaritano, homem de Samaria, terra malvista pelos judeus. Justamente este que não tinha obrigação nenhuma de ser o próximo do moribundo, parou, teve compaixão pelo homem, abriu sua bolsa e, tirando dela azeite e vinho cuidou daquelas chagas, transportou o ferido sobre seu animal e o deixou em uma hospedaria, não se ausentando sem antes gastar dois denários com as custas da hospedagem e prometer voltar para indenizar o hospedeiro se caso algum gasto mais fosse necessário para o completo restabelecimento daquele homem. Em Nova Iorque, foi feita uma experiência com um grupo de seminaristas. No programa de formação para a pregação, pediu-se-lhes que preparassem uma homilia sobre a parábola do Bom Samaritano. Deviam preparar os seus textos e em seguida dirigir-se a pé para o estúdio onde o sermão seria gravado em vídeo. Em certo ponto desse percurso, um actor, representando um homem ferido e maltratado, jazia por terra, coberto de sangue, pedindo ajuda. Oitenta por cento dos seminaristas passaram por ele e nem sequer o viram. Tinham estudado a parábola e feito sobre ela belas composições literárias e, no entanto, passaram ignorando-o. Que teremos de fazer para nos abrirmos aos outros ? Para a maior parte das pessoas, esta profunda consciência do outro ocorre, da maneira mais forte, quando nos apaixonamos por alguém. Quando nos apaixonamos, deixamos, pelo menos de vez em quando, de ser o centro do universo, e cedemos ao outro esse lugar. Deixamos de ser o sol e passamos a ser a lua. Mas isto, realmente, não responde à nossa questão. Não podemos apaixonar-nos por toda a gente! E o Bom Samaritano não se apaixonou pelo homem ferido! A pergunta é, pois, o seguinte: Que teremos que fazer para nos deixarmos tocar por quem mal conhecemos ? O Samaritano é tocado porque vê o homem ferido. O sacerdote e o levita também o vêem, não como alguém que precisa de ajuda, mas antes como uma possível fonte de impureza. Aprendemos muito com esta parábola, mesmo que dois mil anos depois, em outro contexto, as palavras de Jesus soam atuais, como se tivessem sido escritas em pleno século 21. Aprendemos que é preciso, para amar ao próximo, dar uma parada no corre-corre do dia a dia; é preciso que olhemos ao nosso redor e tomemos pé da situação; é necessário que passemos da contemplação para a ação, rompendo de vez com a inércia espiritual que tomou conta da igreja neste terceiro milênio. Aprendemos um pouco sobre hipocrisia, sobeja entre a elite religiosa daquela época, porém não fugindo à regra em nossos dias, onde muitos se locupletam com dízimos e ofertas de gente humilde, mas que não manifestam a mínima misericórdia com o sofrimento alheio. Hoje Jesus é negociado nos altares como mercadoria barata, enquanto as ovelhas apodrecem por falta de cura, ou definham por comerem pasto de baixa caloria espiritual. Temos homens bons de ritual, retórica e tradicionalismo, mas de práticas cristãs duvidosas. Aprendemos também sobre o que levar na bolsa, ou seja, em nossa bagagem espiritual. É muito importante termos azeite (unção) para evitar o ressecamento das feridas do rebanho, e vinho, ou seja o Sangue do Cordeiro, para limpar a ferida e encaminhar sua perfeita cicatrização. Aprendemos também sobre o Serviço Social da Igreja, coisa que alguns não gostam de mencionar. Sim, pois o bom samaritano precisou de dinheiro (dois denários) para pagar a hospedagem. Notem que ele não se preocupou somente com as feridas do homem à beira do caminho, ele o encaminhou a um local limpo e decente para que o mesmo tivesse um completo restabelecimento, e mais, pagou pela hospedagem. Os dois denários (ou dracmas, moedas de prata de maior circulação em todo o Império Romano) podiam pagar 16 quilos de pão e representavam o salário de dois dias de um trabalhador. Nosso caminho para Jericó, hoje, é tão íngreme quanto o daquela época, temos tantos salteadores quanto naquela época, porém as vítimas são inúmeras, o diabo tem lançado suas setas inflamadas contra tudo e todos, e não poucos tem caído à beira da estrada. É necessário que nós, viajantes deste tempo, sempre levemos em nossa bolsa o azeite da unção de Deus, que tenhamos sempre à mão o Sangue de Cristo, e os denários, ou seja, crédito no céu, para que possamos interceder pela completa recuperação dos feridos que encontrarmos pela estrada. É necessário também que os transportemos até a estalagem, pois a maioria deles não têm forças para chegar lá sozinhos, nem possuem o dinheiro necessário para pagar as despesas. Estamos realmente dispostos a mexer em nossa bolsa? Se nossa bolsa levar só denários, prata, coisas materiais e preocupações próprias, estaremos tão cercados de cuidados para com ela que passaremos de largo por tudo e todos que encontrarmos pelo caminho. Talvez até cheguemos a salvo ao fim da estrada, mas nossa bolsa terá a chave para abrir os portões? Nosso dinheiro servirá como passaporte para a vida eterna? Nossa consciência estará em paz? O caminho para Jericó pode ser, ainda hoje, um amplo espaço para reflexão, desde que estejamos dispostos a isso!

Canção JERUSALÉM DE OURO

Tradução: Yerushalaim Shel Zahav - Jerusalém de Ouro
Yerushalaim Shel Zahav
Naomi Shemer

Avir harim tzalul kayain
Verach Oranim
Nisa Beruach ha arbaim
Im kol pa amonim

Uvetardemat yilan vaeven
Shvuia bachaloma
Hayir asher badad yoshevet
Uveliba choma

Yerushalaim shel zahav
Veshel nechoshet veshel or
Halo lechol shiraich ani kinor

Chazarnu el borot hamayim
Lashuk velakikar
Shofar kore behar habayit
Bayir ha atika

Uvamearot asher basela
Alfei shmashot zorchot
Nashuv nered el yam hamelach
Bederech Yericho

Yerushalaim shel zahav
Veshel nechoshet veshel or
Halo lechol shiraich ani kinor

Ach bevoi hayom lashir lach
Velach likshor ketarim
Katonti mitzeyir banaich
Umeacharon hameshorerim

Ki shmech tzorev et hasfataim
Keneshikat saraf
Im eshkachech yerushalaim
Asher kula zahav

Yerushalaim shel zahav
Veshel nechoshet veshel or
Halo lechol shiraich ani kinor


Jerusalém de Ouro


O ar da montanha é límpido como o vinho
E o perfume dos pinheiros
é carregado na brisa do por-do-Sol
Com os sons dos sinos.

E no sono das árvores e pedras
capturado nos sonhos dela
A cidade assenta-se solitária
E no seu centro está o muro.

Refrão: Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Veja, eu sou um violino para todas as suas canções.


As cisternas secaram
A praça do mercado está vazia
E ninguém mais freqüenta o Monte do Templo
Na Cidade Velha.

E nas grutas na montanha
Os ventos uivam
E ninguém mais desce para o Mar Morto
Pelo caminho de Jericó.

Refrão: Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Veja, eu sou um violino para todas as suas canções.


Mas assim como eu venho cantar você (a cidade) hoje,
E dizer suas preces
Eu sou a menor das mais jovens de suas crianças
E a última das poetas.

Por seu nome chamuscam-se os lábios
Como o beijo de um serafim
Se eu me esquecer de ti, Jerusalém,
Que é toda de ouro...

Refrão: Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Veja, eu sou um violino para todas as suas canções.

(quarta estrofe - depois da Guerra de 1967)

Nós voltamos para as cisternas
Ao mercado e à praça do mercado
Um shofar nos chama ao Monte do Templo
Na Cidade Velha.

E nas cavernas na montanha
Milhares de sois brilham
Nós desceremos mais uma vez ao Mar Morto
Pelo caminho de Jericó.

Refrão: Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Entre tudo isso eu sou um violino para todas as suas
canções.

15 de agosto de 2009

VENCENDO OS GIGANTES DA VIDA.!

VENCENDO OS GIGANTES DA VIDA

TEXTO: 1 Samuel 17:31-54

INTRODUÇÃO: Quantas vezes, irmãos, recuamos diante de situações difíceis? Simplesmente pelo fato de termos medo.
Às vezes nos achamos pequenos demais para enfrentarmos os gigantescos problemas que surgem à nossa frente e ficamos sem saber o que fazer, aí vem o sentimento de derrota, de frustração, de desânimo, de medo etc. Esses mesmos sentimentos estavam tendo os israelitas diante daquele problema que se chamava Golias. Não sabiam o que fazer, ninguém tinha coragem de lutar, o medo abateu-se sobre todos. Golias era homem de guerra, valente, 2,5 a 2,8 metros de altura, não temia nada. Era uma situação desesperadora, os filisteus já estavam chamando os Israelitas de covardes.

Deus então usa a Davi para dar uma lição nos filisteus e no seu povo.

Como você pode vencer os gigantes de sua vida?

1. VOCÊ NUNCA DEVE FUGIR DA LUTA (V. 32)

"...teu servo irá e pelejará contra este filisteu".

Mesmo ameaçado pela derrota, Davi se colocou como servo de Deus e confiou na vitória.
Por mais que as circunstâncias sejam adversas, não podemos nos amedrontar, nem recuar, pois a vitória é certa.

Nosso Deus pelejará por nós:

v. 37: "O SENHOR me livrou da mão do leão e da do urso; ele me livrará da mão deste filisteu". (depositou toda sua confiança em Deus)

2. VOCÊ NUNCA DEVE ACEITAR A DERROTA E O DESPREZO (VS. 42-44)

O texto diz que o filisteu desprezou a Davi, desdenhou e zombou dele...

Amado, mesmo que tudo indique o contrário, não podemos desistir. (Deus não se prende a aparências). Quem era Davi para enfrentar Golias? (só foi aceito porque ninguém queria).

Todo o povo de Israel já estava com semblante abatido de frustração, de derrota (já estavam aceitando a derrota).

3. VOCÊ NUNCA DEVE TENTAR VENCÊ-LOS COM A PRÓPRIA FORÇA (V. 45)

"Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com
lança, e com escudo; porém eu vou a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado".

Davi foi à peleja não confiando na sua própria força ou capacidade, mas confiando na força do Senhor.
Será que a força de Davi era suficiente para derrubar o gigante?
Declare a vitória como Davi o fez: nada pode resistir a você quando você vai
na força do Senhor.

4. VOCÊ DEVE ENFRENTAR NA DEPENDÊNCIA DO SENHOR (V. 46,47) (SL 20.7-8)

Devemos usar o que temos (Davi tinha um estilingue e algumas pedras).
Quiseram que ele colocasse uma armadura, o que não era próprio dele, não era para ele.
Estavam dificultando ao invés de facilitar.

Deus diz: "Abra a tua boca e eu ta encherei". Em outras palavras: "Tenha ânimo, disposição e eu te ajudarei."

CONCLUSÃO: Hoje, se passou no seu pensamento recuar por causa de algum problema, nesta hora, não desista! Deus lhe diz: Você não deve recuar; você não deve aceitar a derrota ou o desprezo; você não deve tentar vencê-lo na própria força; você precisa enfrentar na dependência do Senhor!

12 de agosto de 2009

Movimento Marina Silva PRESIDENTE

Caro amigo, cara amiga.

Este é um convite para você participar do Movimento Marina Silva Presidente: uma campanha apartidária e não-institucional para que Marina Silva seja Presidente do Brasil. Identificamos em Marina uma forte liderança política e ambientalista com capacidade para assumir a Presidência da Republica.

Eu, junto com mais de mil pessoas, estou apostando na candidatura dessa mulher, brasileira e planetária, com potencial político e pedagógico para expressar a emergente - e emergencial - transição para a Democracia com Sustentabilidade.

Marina tem força para concretizar as mudanças e transformações fundamentais que poucas lideranças políticas, hoje, teriam a capacidade de acessar para tornar realidade. É um exemplo para inspirar e educar a sociedade brasileira a seguir novos caminhos políticos diferentes das atualmente oferecidas pelas lideranças políticas estabelecidas.

Nós, cidadãos e cidadãs, precisamos assumir responsabilidades individuais e coletivas para com o conjunto da sociedade em nossa convivência com os outros seres da Natureza. Nossas escolhas afetam a todas e a cada pessoa, o local e o global. Temos uma chance agora, que está em nossas mãos, com ajuda da internet. A eleição de Obama já nos mostrou a força das redes na política.

LEMBRETE: esta é uma iniciativa de cidadania ambiental e ética, formada por sujeitos históricos e ecológicos e não possui vínculo com a própria Marina Silva. Vamos juntos sensibilizar o Brasil e a própria Marina Silva a aceitar e assumir a força desta liderança.

Seja co-responsável pela Democracia com Sustentabilidade.

Acesse o site www.marinasilvapresidente.org e inscreva-se.

Abraços e esperança,

Oração Bizantina

"Ó Luz Serena, que brilha no
Solo do meu ser,
Atrai-me para ti,
Tira-me das armadilhas dos sentidos,
Dos Labirintos da mente,
Liberta-me de símbolos, de palavras,
Que eu descubra
O Significado
A Palavra Não Dita
Na escuridão
Que vela o solo do meu ser. Amém

5 de agosto de 2009

Somente a Palavra.!

Estamos resolvidos pregar unicamente a Palavra de Deus. A alienação das pessoas que ouvem o evangelho é grandemente explicada pelo triste fato de que nem sempre é o evangelho que elas ouvem, quando vão aos lugares de culto; falta aquilo que mais as suas almas carecem.
. . Vocês nunca ouviram falar de um rei que de uma séria de festejos e convidou muita gente, semana após semana? Havia um determinado número de servos destinados a servir às mesas; e, nos dias indicados, eles foram convidar as pessoas. Mas, por alguma razão, depois dos primeiros dias, a maioria das pessoas não veio às festas. O número dos que vinham decrescia progressivamente, e a grande maioria voltou-lhes as costas. O rei então investigou a causa e descobriu que a comida que serviam parecia não satisfazer os homens que vinham aos banquetes; por isso ales não voltavam mais. Resolveu então examinar as mesas e as carnes que estavam sobre elas. Ele viu ornamentos e ostentação que não tinham saído de suas despensas. Olhou para a comida e disse; “Mas que é isto? Como estes pratos vieram para cá? Eles não são das minhas provisões. Os meus bois e meus novilhos foram mortos; no entanto, aqui não está a carne de animais bem alimentados, e, sim, a carne dura de gado magro, a morrer de fome. Os ossos estão aqui, mas a carne onde está? Também o pão é inferior, considerado que o meu foi feito com a farinha da melhor qualidade. O vinho está misturado com água, e a água não é de um poço puro”.
. . Então um dos criados respondeu, dizendo: “Ó Rei, nós pensamos que as pessoas ficariam fartas de carne e gordura; por isso servimos ossos e cartilagem, para elas usarem os dentes. Pensamos ainda que ficariam cansadas do melhor pão branco, e assim cozemos em nossas cãs um pouco de pão com farelos. A opinião dos sábios é que a nossa provisão se adapta melhor aos tempos modernos do que aquela que vossa majestade prescreveu há tanto tempo. Quanto aos vinhos falsificados, o gosto dos homens sofreu modificações nestes tempos; sendo um líquido tão transparente como a água pura; é um gole demasiado leve para os homens habituados a beber a água do rio do Egito, que tem sabor de lama das montanhas da lua”. Então o rei soube por que razão as pessoas não vieram à festa. Será por esta mesma razão que uma grande parte das pessoas já não sente prazer em ir à casa de Deus? Creio que sim. Têm, porventura, os servos do nosso Senhor cortado em bocados as suas próprias sobras, para que depois as misturarem com bocados estragados, a fim de fazerem um guisado para milhões de pessoas, acontecendo depois que, por essa razão, essas pessoas lhes voltem as costas?
. . Escutem o final da minha parábola. “Limpai as mesas”, gritou o rei cheio de indignação. “Daí aos cães todas essas imundícies. Trazei os lombos de vaca e apresentai a minha comida real. Tirai essas ninharias do saguão e tirai da mesa esse pão adulterado. Lançai fora a água do rio lamacento”. Assim eles fizeram; e em breve soou pelas ruas que havia para comer autênticos manjares reais. Sendo assim, as pessoas chegaram em multidões ao palácio e o nome do rei tornou-se muito famoso em todo o país. Vamos experimentar o plano e talvez tenhamos em breve a alegria de ver o grande banquete do Mestre cheio de convidados.
. . Desta forma, estamos decididos a usar mais do que nunca o que Deus providenciou para nós neste Livro, pois estamos certos de sua inspiração. Permitam que eu repita: estamos certos de sua inspiração.

- C.H. Spurgeon

Fonte: A Maior Luta do Mundo, Editora Fiel.
Compre: Editora Fiel, Livraria Erdos.
Texto enviado por Joelson Galvão

31 de julho de 2009

Movimento da Igreja Católica contra políticos já reúne 1 milhão de assinaturas




















A Campanha Ficha Limpa, da Igreja católica já reuniu 1 milhão de 1,3 milhão de assinaturas necessárias para impedir candidatos condenados pela Justiça em 1ª instância de disputarem as eleições.


Enquanto projetos que tentam impedir a candidatura de pessoas condenadas pela Justiça adormecem nas gavetas do Congresso sem apoio para se tornarem lei, a mobilização da sociedade civil organizada começa a apresentar resultados. A Campanha Ficha Limpa já bateu a marca de 1 milhão de assinaturas de apoio ao projeto de lei de iniciativa popular que impede a candidatura de fichas-sujas.


O número anima movimentos sociais e setores da Igreja Católica envolvidos na coleta de assinaturas e aumenta a esperança dos eleitores de que até setembro deste ano a marca de 1,3 milhão de assinaturas seja atingida. O anúncio oficial dos números obtidos será feito no final do mês, data em que o Movimento Nacional de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) pretende dar início a uma grande mobilização nacional pelo apoio à proposta.


O Distrito Federal e outros cinco estados da federação (Minas Gerais, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo) já conseguiram o apoio de mais de 1% do total de eleitores. No DF as assinaturas já passam de 30 mil, o que representa cerca de 1,8% dos eleitores.


“Estamos fazendo uma campanha não apenas de coleta de assinaturas, mas também de conscientização das pessoas. Não basta votar, é preciso também fiscalizar os eleitos e trabalhar pelo processo democrático. Essa campanha contra os fichas-sujas é uma forma de fazer isso”, comenta o padre Antonio Abreu, um ativo coletor de assinaturas para o projeto. “Também assinei e outros padres daqui também. Puxamos as assinaturas para dar o exemplo e animar os eleitores”, completa.


Os números obtidos até o momento animam os responsáveis pela campanha. É que as atuais 30. 074 assinaturas já superam o número obtido em 1999, durante a coleta de apoiadores para a apresentação da primeira lei de iniciativa popular no Brasil, a Lei 9840 de Combate à Corrupção Eleitoral. Na época, 27.727 eleitores do DF assinaram o projeto. São Paulo liderou o ranking com 392.259 assinaturas, seguido por Minas Gerais, com 173.722 apoiadores.

Fonte: O Globo online

26 de julho de 2009

A saúde Pública no Brasil Hoje.


















A saúde pública do Brasil tem se revelado de baixíssima qualidade e em quantidade inadequada para atender a população, notadamente, a população pobre. Quantas vezes temos visto pela grande mídia relatos e imagens que nos deixam indignados e revoltados com falta de estrutura física e humana para atender as pessoas? Certamente, muitas vezes. Quem tem um plano de saúde privado passa pelo mesmo problema? O Brasil gasta de forma adequada com a saúde dos brasileiros?

Os gastos com saúde no Brasil são gigantescos, entretanto, a carência de recursos médicos ainda persiste, notadamente nas regiões mais distante dos grandes centros e nas periferias das grandes cidades brasileiras. O Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) realizou um estudo no qual comparou os gastos com saúde de diversos países. No Brasil são gastos 7,6% do PIB por anos com saúde, destes, 45,6% é do setor público e o restante corresponde aos gastos do setor privado. Aliás, no Brasil, o setor privado cobre, por meio de planos de saúde, atendimentos avulsos, hospitais e outras formas, cerca de 48 milhões de pessoas, gerando uma receita anual de aproximadamente US$ 27,2 bilhões. Em comparação com outros países, o Brasil está em uma posição intermediária. Os Estados Unidos gastam 15,2% do PIB, sendo 44,6% do setor público; na Alemanha são essas proporções são 11,1% e 78,2%; no Canadá são 9,9% e 69,9%; México são 6,2% e 46,4%; Argentina são 8,9% e 48,6%; no Chile são 6,1% e 48,8%. A média do conjunto dos países da América Latina são de 6,7% do PIB com gastos com saúde sendo que 54,4% deste gastos corresponde ao gasto público, na média dos países considerados ricos tem-se 10,8% do PIB com gastos de saúde com a participação do setor público sendo de 68,2%.

Observa-se dos números acima que nos países mais ricos apesar de a renda média ser muito superior à renda do Brasil gastam em termos percentuais com saúde muito mais que o Brasil gasta. Além disso mais da metade dos serviços médicos é pago pelo setor privado, embora muitos desses gastos privados acabam se tornando do setor público em razão das isenções descontos no imposto de renda. O Brasil gasta mais do que a média dos países da América Latina, entretanto, a participação do setor público é menor. Na comparação com os países ricos, então no Brasil temos consideravelmente menos gastos com saúde (em termos do PIB e de valor absoluto) e muito menos participação do setor público nos gastos totais com saúde.

Isso tem levado ao programa público de saúde, o Programa Único de Saúde (SUS), a atender quase que exclusivamente as pessoas mais pobres, visto que até mesmo a grande maioria das pessoas que trabalham em fábricas e em empresas em geral estão cobertas por algum plano de saúde privado. Ficam para serem atendidas pelo programa do governo as pessoas que não possuem nenhum plano privado, correspondendo geralmente as pessoas desempregadas, as subempregadas, os aposentados e as pessoas empregadas de pequenas empresas. Esse universo de pessoas apesar de constituir em uma grande quantidade tem muito pouca visibilidade e respeitabilidade entre os formadores de opinião e as autoridades responsáveis pela oferta de saúde pública para que suas vozes de reclamos sejam ouvidas por esses. Esse é o principal motivo pelo qual a saúde pública é tão caótica em nosso país, ou seja, as nossas autoridades brasileiras e a sociedade não dão a atenção devida para as pessoas que precisam dos atendimentos médicos do setor público. Quando as próprias pessoas que utilizam a saúde pública se organizarem de forma eficaz e sistemática, criando um movimento firme e forte, então os gastos com a saúde irão aumentar significativamente e a qualidade e a quantidade dos serviços de saúde pública no Brasil aumentaria bastante e as pessoas seriam atendidas com muito mais dignidade e respeito nos hospitais e postos de saúde públicos em todo o nosso país.

Fonte:Blog do Francisco Castro

O que é ser PROTESTANTE..??
















Protestantismo é, ao lado do Catolicismo, um dos grandes ramos do Cristianismo. O nome “protestante” provém dos protestos dos cristãos do século XVI contra as práticas da Igreja Católica.
O movimento protestante surgiu na tentativa de Reforma da Igreja Católica iniciado pelo monge agostiniano Martinho Lutero, no século XVI. Os motivos para esse rompimento incluíram principalmente as práticas ilegítimas da Igreja Católica, além da divergência em relação a outros princípios católicos, como a adoração de imagens, o celibato, as missas em latim, a autoridade do Papa, entre outros.
Para os protestantes, a salvação é dada através da graça e bondade de Deus, na qual cada pessoa pode se relacionar diretamente com seu Criador, sem a necessidade de um intermediário; diferentemente da fé católica, a qual diz que o único método de se obter a salvação é através dos sacramentos e rituais para purificação da alma feitos através de pessoas santificadas (padres, bispos, etc.).
Os protestantes defendem a crença de que a única autoridade a ser seguida é a Palavra de Deus, presente na Bíblia Sagrada. Desta forma, através da ação do Espírito Santo, os cristãos, ao lerem a Bíblia, têm uma maior harmonia com Deus. Por esse motivo, a partir da Reforma Protestante, a Bíblia foi traduzida para diversas línguas e distribuída sem restrições para as pessoas.
O protestantismo pode ser subdividido em ramos, como o luteranismo, calvinismo, anglicanismo, etc. Atualmente, costuma-se classificar as igrejas protestantes em pentecostais e neo-pentecostais.

No Brasil, o protestantismo foi trazido pelos holandeses entre os anos de 1624 e 1625, tendo sido propagado principalmente entre os índios. Pesquisas recentes mostram o crescimento do protestantismo no Brasil: em 1970, o Censo do IBGE registrava cerca de 4,8 milhões de evangélicos; em 1980, 7,9 milhões; em 1991, 13,7 milhões; em 2000, 26,1 milhões. Segundo o IBGE, se esse crescimento se mantiver estável ao longo dos anos, no ano de 2020, metade da população brasileira será evangélica.
Sabe-se que existe atualmente cerca de 593 milhões de protestantes no mundo. O país mais protestante do mundo é os Estados Unidos da América, com quase 163 milhões de protestantes.
Como todos sabemos, o termo protestante, deixou de ser usado pela maioria esmagadora das pessoas em nossos dias. Na verdade, tanto a sociedade brasileira como a mídia, nos denominam de "crentes", ou como ultimamente temos ouvido, de "evangélicos". Entretanto, por mais representativas que sejam tais definições, nenhuma delas se compara ao termo "protestante".
A palavra protestante deriva do latim, cuja preposição PRO, significa "para", e o infinitivo TESTARE, representa "testemunho". Um protestante, em outras palavras, é uma testemunha. Na verdade, podemos afirmar categoricamente que um protestante é uma testemunha viva de Jesus Cristo e da Palavra de Deus.
O protestantismo, não é meramente o protesto contra a corrupção eclesiástica e o falso ensinamento católico do século XVI; é muito mais do que isso. Ser protestante, é viver debaixo de um avivamento integral, é resgatar os valores indispensáveis a fé bíblica através da Palavra, é proclamar incondicionalmente a mensagem da graça de Deus em Cristo Jesus.
Confesso que não agüento mais a efervescência da graça barata, o mercantilismo gospel, a banalização da fé. Não agüento mais, as loucuras e os atos proféticos feitos em nome de Deus, não suporto mais o aparecimento das mais diversas unções em nossos arraiais; isso sem falar da hierarquização do reino, onde apóstolos, paiostolos, príncipes e reis, têm oprimido substancialmente o povo do Senhor.

Chega! Basta! Quero viver e pregar o evangelho integral, quero ver uma igreja, santa, ética, justa e profética, quero ver uma igreja, que não se corrompe diante loucuras dessa era, quero ver uma igreja reformada e reformando, quero ver uma igreja PROTESTANTE!

SOLA SCRIPTURA, SOLA GRATIA, SOLA FIDE, SOLE DEO.

O que é a OPUS DEI..??

O Opus Dei é uma instituição da Igreja Católica, fundada por São Josemaria Escrivá.Sua missão consiste em difundir a mensagem de que o trabalho e as circunstâncias do dia-a-dia são ocasião de encontro com Deus, de serviço aos outros e de melhora da sociedade. O Opus Dei colabora com as igrejas locais, oferecendo meios de formação cristã (palestras, retiros, atenção sacerdotal), dirigidos a pessoas que desejam renovar sua vida espiritual e seu apostolado.

www.opusdei.org.br

Os Precedentes do Cristianismo

Os fatores históricos do cristianismo são: em primeiro lugar, a religião israelita; em segundo lugar, o pensamento grego e, enfim, o direito romano. De Israel o cristianismo toma o teísmo. É o teísmo um privilégio único deste povo pequeno, obscuro e desprezado; os outros povos e civilizações, ainda que poderosos e ilustres, são, religiosamente, politeístas, ou, no máximo dualistas ou panteístas. De Israel toma o cristianismo, também, o conceito de uma revelação e assistência especial de Deus. Daí a idéia de uma história, que é desenvolvimento providencial da humanidade, idéia peculiar ao cristianismo e desconhecida pelo mundo antigo, especialmente pelo mundo grego.

Na revelação cristã é filosoficamente fundamental, básico, o conceito de uma queda original do homem no começo da sua história, e também o conceito de um Messias, um reparador, um redentor. Conceitos indispensáveis para explicar o problema do mal, racionalmente premente e racionalmente insolúvel. No entanto, o mundano e carnal Israel resistiu tenaz e longamente a esta idéia de uma radical miséria humana -, e, por conseqüência, à idéia de uma moral ascética. Idolatrou a vida longa e próspera, as riquezas da natureza e a prosperidade dos negócios, as satisfações conjugais e domésticas, o estado autônomo e privilegiado, o poder e a glória - até esquecer-se de Deus. Perseguiu os Profetas, que o chamavam ao temor de Deus e à penitência, e recalcitrou contra os flagelos com que Jeová o castigava, até que Israel, ainda que contra a sua vontade, foi submetido à sujeição e à renúncia, tendo adquirido, através de dolorosas experiências, o triste sentido da vaidade do mundo. A solução integral do problema do mal viria unicamente do mistério da redenção pela cruz - necessário complemento do mistério do pecado original.

Quanto ao pensamento grego , deve-se dizer que entrará no cristianismo como sistematizador das verdades reveladas, e como justificador dos pressupostos metafísicos do cristianismo; não, porém, como elemento constitutivo, essencial e característico, porquanto este é hebraico e cristão. E quanto ao direito romano, deve-se dizer que entrará no cristianismo como sistematizador do novo organismo social, a Igreja, e não como constitutivo de seus elementos essenciais e característicos, que são próprios e originais do cristianismo.

Jesus Cristo
Entretanto, o verdadeiro criador do cristianismo, em sua novidade e originalidade, é Jesus Cristo. Pode ele dar plena solução ao problema do mal - solução que representa o maior valor filosófico no cristianismo - unicamente se é Homem-Deus, o Verbo de Deus encarnado e redentor pela cruz. Diferentemente, a solução - ascética - cristã do problema do mal seria vã, como a estóica e todas as demais soluções filosóficas de tal problema, que ficaria, portanto, sem solução alguma. E, em geral, a pessoa de Cristo tornar-se-ia inteiramente ininteligível, se ele não fosse Homem-Deus.

Não é este o momento de fazer um exame crítico, filosófico e histórico, para determinar a personalidade de Cristo. Basta lembrar que, uma vez admitido e firmado o teísmo, logo se segue a possibilidade de uma revelação divina e da divindade de Cristo, para tanto não precisando, propriamente, senão de provas históricas. Os argumentos em contrário não são positivos, históricos, mas apriorísticos, filosóficos; quer dizer, dependem de uma filosofia racionalista e atéia em geral, humanista e imanentista em especial.

Eis o esquema lógico da demonstração da divindade de Jesus Cristo. Devem ser examinados à luz da crítica histórica, antes de tudo, os documentos fundamentais, relativos à revelação cristã - Novo Testamento . E achamo-nos diante de uma personalidade extraordinária - Jesus Cristo - , que ensina uma grande doutrina, leva uma vida santa, afirma-se a si mesma como divina e comprova explicitamente com prodígios e sinais - os milagres e as profecias - esta sua divindade. E como Jesus Cristo se torna garantia de toda uma tradição que o precedeu - o Velho Testamento - , também se responsabiliza por uma instituição que a ele se segue - a Igreja católica. A esta, portanto, caberá interpretar infalivelmente a revelação judaico-cristã e, evidentemente, também a parte que diz respeito à queda original e à relativa reparação, a qual, por certo, pode dar origem, humanamente, a várias interpretações.

O Novo Testamento
Como é notório, Cristo não deixou nada escrito, de sorte que o nosso conhecimento mais imediato em torno da sua personalidade se realiza através dos escritos dos seus discípulos. Temos de Cristo testemunhas também pagãs, além das testemunhas cristãs; estas são extracanônicas e canônicas. Estas últimas, porém, são fundamentais e mais do que suficientes para o nosso fim. Cronologicamente, são elas as seguintes: Paulo de Tarso , os Evangelhos sinópticos e o Evangelho de São João.

Paulo de Tarso, na Cilícia, fôra um inteligente e zeloso israelita. Não conheceu Jesus Cristo durante sua vida terrena, mas, convertido ao cristianismo e mudado o nome de Saulo para o de Paulo, tornou-se o maior apóstolo do cristianismo entre os gentios ou pagãos, revelando-lhes em Cristo crucificado o Deus padecente, vítima e Salvador, que eles procuravam em suas religiões misteriosóficas - e não acharam. A vida de Paulo é caracterizada por muitas e longas viagens, realizadas para finalidades apostólicas. Para o mesmo fim escreveu Paulo as famosas cartas às comunidades cristãs dos vários centros da Antigüidade, relacionados com ele. As grandes viagens apostólicas de Paulo são três e têm como ponto de irradiação Antioquia, tocando os centros mais importantes do mundo antigo: Jerusalém, Atenas e Roma. Nesta cidade encerra a sua vida mortal com o martírio. Destarte ele se pôs em contato com todas as formas de civilização do Oriente helenista e do mundo greco-romano. Quanto às Epístolas - escritas em grego - devemos dizer que não são cartas logicamente orgânicas e ordenadas, nem literariamente aprimoradas, tanto assim que podiam desagradar a um helenista refinado como Porfírio; são porém, densas de conteúdo, de forma incisiva e eficaz. O problema que, sobretudo, preocupa Paulo é o do mal, do sofrimento, do pecado, de que acha a solução em Cristo redentor, crucificado e ressuscitado. É este o aspecto do cristianismo que mais o impressionou, de sorte que é ele, por excelência, o teólogo da Redenção. No Velho Testamento Deus tinha dado aos homens a lei que, devido à miséria do homem decaído, não tirava o pecado, embora fosse uma lei moral; pelo contrário, até o agradava, tornando o homem consciente de sua falta. No Novo Testamento, Deus, mediante a graça de Cristo, tira o pecado do mundo, embora nos deixando na luta e no sofrimento, que Paulo sentia tão profundamente.

Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas - chamados evangelhos sinópticos - formam um grupo à parte, por certa característica histórica e didática, que os torna comuns e os distingue do quarto evangelho, o de João, de caráter mais especulativo e teológico. O primeiro em ordem de tempo é o Evangelho de Mateus , o publicano, tornando em seguida um dos doze apóstolos. Escrito, originariamente, em aramaico e destinado ao ambiente palestino, foi em seguida traduzido para o grego e, nesta língua, transmitido. É o mais amplos dos Evangelhos e relata amplamente os ensinamentos de Cristo. O segundo é o Evangelho de Marcos , que não foi discípulo direto de Cristo, mas nos transmitiu o ensinamento de Pedro. Foi escrito em grego e destinado a um público não palestino. O terceiro dos Evangelhos sinópticos é, enfim, o de Lucas , companheiro de Paulo, que o chamava o caro médico . Também ele não foi discípulo imediato de Cristo, e o seu evangelho foi também escrito em grego.

O quarto evangelho, inversamente - como o primeiro - foi escrito por um discípulo direto de Cristo, um dos doze apóstolos: João , o predileto do Mestre, testemunha da sua vida e da sua morte. O quarto Evangelho, juntamente com este valor histórico, tem um especial valor especulativo, teológico. Como Paulo pode ser considerado o teólogo da Redenção, João pode ser considerado o teólogo da Encarnação; Cristo é o Verbo de Deus encarnado para a redenção do gênero humano. Também o Evangelho de João foi escrito em grego; e, cronologicamente, é o último dos Evangelhos e dos escritos do Novo Testamento, os quais - no seu conjunto - podem se considerar compostos na Segunda metade do primeiro século, tomada com certa amplidão.

A Solução do Problema do Mal
Não há dúvida de que o problema do mal foi o escolho contra o qual debalde se bateu a grande filosofia grega, como qualquer outra filosofia, visto ser o mal um problema racionalmente insolúvel. Que coisa é, pois, precisamente este mal, que tem o poder de tornar teoricamente inexplicável a realidade, e praticamente dolorosa a vida? Não é, por certo, o mal assim chamado metafísico , a saber, a necessária limitação de todo ser criado: porquanto esta limitação nada tira à perfeição dos vários seres a eles devida por natureza, mas apenas aquela plenitude do ser, que pertence unicamente a Deus, rigorosamente, isto é, teisticamente concebido como transcendente e criador, pois esse gênero de mal, no teísmo, é plenamente explicável.

Não resta, então, senão o mal, o chamado físico e moral , porquanto é limitação da natureza, verdadeira imperfeição de um determinado ser. O mal, físico e moral, é um problema, precisamente se se considerar a natureza específica do homem, a qual é a natureza do animal racional, o que não significa certamente lhe pertença a racionalidade pura, devida ao puro espírito; mas certamente exige a subordinação do sensível ao inteligível, do material ao espiritual. Isto significa exigir que os sentidos sejam instrumentos do intelecto e o instinto seja instrumento da vontade, naquele característico processo que é o conhecimento e a operação humana; exige que o corpo humano e a natureza em geral sejam submetidos às imposições do espírito, como deveria ser em uma hierarquia racional dos valores.

Ora, se se considerar, sem preconceitos, o indivíduo e a humanidade, a psicologia e a história, as coisas serão bem diferentes. Com efeito, demais vezes o sentido - do qual o conhecimento deve no entanto partir - sobrepuja o intelecto. E bem poucos homens e só com muitas dificuldades e não sem graves erros, chegam ao conhecimento daquelas verdades racionais - Deus, a alma, etc. - que são, entretanto, indispensáveis para uma solução humana do problema da vida. E, mais freqüentemente ainda, o instinto assenhoreia-se da vontade, e a maioria dos homens viveu e vive cegamente, contra as exigências da própria natureza racional, mesmo quando a verdade é conhecida pelo intelecto.

Este é o mal moral, espiritual, que domina o mundo humano. Pelo que diz respeito ao mal físico, a coisa é ainda mais patente: basta lembrar o sofrimento e a morte. Com isto, naturalmente, não se quer dizer que a impassibilidade e a imortalidade sejam uma exigência da natureza humana, como tal, mas unicamente se quer frisar que a dor e a morte - bem como a ignorância e a concupiscência - em sua atual intensidade , se evidenciam como um estado inatural com respeito ao nosso ser espiritual e racional.

Temos, pois, uma natureza, a natureza humana, que nos parece desordenada. A filosofia conhece a essência metafísica dessa natureza humana, deve reconhecer-lhe também a desordem, mas ignora-lhe a causa. A filosofia é certamente construtiva, metafísica; mas, chegada ao seu vértice, deve tornar-se crítica, isto é, deve reconhecer os próprios limites, porquanto não consegue resolver plenamente o seu problema, o problema da vida, precisamente por causa do mal. Não pode, todavia, renunciar absolutamente à solução deste problema, já que, desta maneira, comprometeria também a sua maior conquista: Deus. É antiga e famosa a objeção: de que modo concordar a absoluta sabedoria e poder de Deus com todo o mal que há no mundo, por ele criado? Deve-se entender, naturalmente, o mal físico e moral, e este propriamente em relação ao homem.

O Pecado Original
Se a filosofia é impotente para resolver plenamente o seu próprio problema, há, porventura, outro meio a que pode o espírito humano razoavelmente recorrer para a solução de um problema tão premente? Apresenta-se a religião, e especialmente uma religião entre as religiões, a qual nos fala de uma queda do homem no começo de sua história, e afirma esta verdade - bem como todo o sistema dos seus dogmas - como divinamente revelada.

Quanto à possibilidade de uma queda do espírito, em geral, isto é, quanto à possibilidade do mal moral, do pecado, basta lembrar que o ser criado pode, por sua natureza, desviar-se da ordem: porquanto há nele algo de não-ser, de potência , precisamente pelo fato de ser ele um ser criado. E o livre arbítrio proporciona-lhe o modo de realizar essa possibilidade, a saber, proporciona-lhe o modo de desviar-se efetivamente do ser, da racionalidade, enveredando pelo não-ser, pela irracionalidade. Quanto à realidade de uma queda original do homem, remetemos ao fato da Revelação em que é contida.

Da Escritura e da Tradição, garantidas pela interpretação da Igreja e sistematizadas pela teologia, evidencia-se, fundamentalmente, como o homem primigênio não só teria possuído aquela harmonia natural , de que agora é privado, mas teria sido outrossim elevado, como que por nova criação, à ordem sobrenatural , com um conveniente conjunto de dons preternaturais . Noutras palavras, o homem teria participado - com uma natureza extraordinariamente dotada - da vida de Deus, teria gozado de uma espécie de deificação, não por direito, mas por graça. E evidencia-se também que - devido a uma culpa de orgulho contra Deus, cometida pelo primeiro homem, do qual, pela natureza humana, devia descender toda a humanidade - teria o homem perdido aquela harmonia e a dignidade sobrenatural, juntamente com os dons conexos.

Há, portanto, uma enfermidade, uma debilitação espiritual e física na natureza humana, essencial desde o nosso nascimento, e que deve, por conseguinte, ser herdada. Basta, por exemplo, lembrar como, pela lei da hereditariedade, se podem transmitir deficiências materiais e, por conseqüência, também morais: deficiências que não dependem dos indivíduos, visto que eles a sofrem. O pecado original, pois - que importa na privação da ordem sobrenatural, isto é, na privação do único fim humano efetivo, até ao sofrimento e à concupiscência, quer dizer, até à vulneração da própria natureza - voluntário e culpado em Adão, seria culpado em seus descendentes, enquanto não quiserem servir-se das misérias provindas do pecado original como estímulo para a Redenção, praticando o Cristianismo, ingressando na Igreja.

O aspecto da condição primitiva do homem, concernente à elevação sobrenatural, por mais supereminente e central que seja no cristianismo, aqui não interessa. Com efeito, a elevação à ordem sobrenatural sendo, por definição, gratuita , isto é, não devida à natureza humana, bem como a nenhuma natureza criada, a privação da mesma, provinda do pecado, não podia causar vulneração em a natureza humana, nem a perda dos dons praternaturais. E, logo, não podia suscitar o problema do mal, que temos considerado insolúvel pela filosofia.

A Redenção pela Cruz
Mas, que sentido tem o mal no mundo? Conseguiu o homem, mediante o pecado, frustar o plano divino da criação? Ou o próprio mal soube Deus tirar, mediante uma divina dialética, o bem e até um bem maior? É o que explica um segundo dogma da revelação cristã, o dogma da redenção operada por Cristo. Segundo este dogma, Deus, isto é, o Verbo de Deus, a Segunda pessoa da Trindade divina, assume natureza humana, precisamente para reparar o pecado original e, por conseguinte, suas conseqüências naturais também. Visto a ofensa feita a Deus pelo pecado ser infinita com respeito ao Infinito ofendido, Deus precisava de uma reparação infinita, que unicamente Deus podia dar. Sendo, porém, o homem que devia pagar, entende-se como o verbo de Deus assuma em Cristo a natureza humana. Para a Redenção, teria sido suficiente o mínimo ato expiatório de Cristo, tendo todo ato seu um valor infinito, devido à dignidade do operante. Ao contrário, ele se sacrifica até à morte de cruz. Fez isto para dar toda a glória possível à infinita majestade de Deus no reino do mal e da dor proveniente do pecado; é, pois, a glória de Deus o fim último de toda atividade divina.

24 de junho de 2009

SAÚDE: Associação de medicamentos antiobesidade é testada com sucesso nos Estados Unidos

Associação de medicamentos antiobesidade é testada com sucesso nos Estados Unidos


A associação de dois medicamentos, a bupropiona (antidepressivo utilizado para a cessação do tabagismo, comercialmente conhecida no Brasil como Zetron ou Zyban) e a naltroxona (medicamento usado para o tratamento do alcoolismo, comercialmente conhecida no Brasil como Revia), parece ser efetiva para o tratamento da obesidade, dizem pesquisadores do St-Lukes Roosevelt Hospital Center em Nova York (Estados Unidos).

A associação destes dois medicamentos, chamada de Coltrave, foi utilizada em mais de 500 obesos.Cerca de 230 obesos formaram o grupo controle, e receberam comprimidos de placebo (sem ação terapêutica).O índice de massa corporal (IMC) médio dos participantes era 36 kg/ m2 (a taxa ideal é até 25 kg/m2).

Após um período de acompanhamento de 52 semanas, os autores do estudo observaram uma redução aproximada de 10% do peso corporal. O Coltrave ainda não foi aprovado para o uso comercial nos Estados Unidos pelo FDA (Food and Drug Administration), órgão americano que regula o uso de medicamentos neste país.

Os efeitos colaterais mais comuns observados com o uso do Coltrave foram náuseas, constipação intestinal, boca seca, tonturas, dor abdominal e zumbidos. A principal causa de abandono do tratamento foram as náuseas (4,6% dos pacientes).

Quando comparado ao placebo, o Coltrave proporcionou uma redução significativa da circunferência abdominal, dos níveis de triglicerídeos , aumento do HDL colesterol e uma redução da PCR ultra sensível (prova de atividade inflamatória que aumenta o risco cardíaco).

Fonte: The Endocrine Society Meeting(2009).

www.portaldocoracao.com.br

SATANISMO- Fatos e Lendas






















Satanismo-Fatos e Lendas

INTRODUÇÃO

Quando se fala em satanismo,logo nos vem à mente homens vestidos de compri-das roupas negras com um punhal na mão rodeado por velas pretas, sacrificando alguma vítima.Esta talvez, é a comcepção de milhares de pessoas que conhece o termo“satanismo”apenas pela lembrança herdada-de filmes de terror ou de alguns livros cujo conteúdo pertence a idade média (no Brasil em anos recentes,entre as igrejas evangélicas,este tipo de satanismo ficou bastante conhecido devido a pro-paganda do livro de Rebecca Brown, “Ele Veio para Libertar os Cativos” e pelos li-vros de Daniel Mastral). No entanto o satanismo moderno não tem nada que ver com essa imagem grotesca é mais um tipo de religião humanista voltada mais ao ateísmo.É verdade que existem este tipo de ritual que incluem sacrifícios de víti-mas humanas (ao contrário de algumas opiniões céticas no assunto, há bastante evidencias para apoiar estes acontecimentos), mas são realizados normalmente por pessoas desequilibradas psicologicamente.Entretanto o satanismo mais con-hecido hoje em dia foge radicalmente dessa concepção.



A religião satânica moderna é caracterizada pela busca do hedonismo e pela rejeição a toda forma de cristianismo, é uma rebelião ao sistema de governo atual. Que tende a oferecer ao ser humano uma liberdade irrestrita no que tange as normas de comportamento e moral estabelecidas, chocando-se claramente com a filosofia cristã de vida.

Devido à mudança de paradigmas em nossa geração o satanismo ganhou bastante campo e está conquistando um grande número de adeptos vindos das mais variadas classes. Os jovens são talvez o grupo mais vulnerável a embrenhar no submundo desta religião. Haja vista as bandas de rock pauleira serem só alguns, dentre os muitos divulgadores do satanismo.

Existem quatro significados básicos que são usados para descrever alguns grupos de Satanismo, a saber: Satanismo Religioso, Satanismo gótico, Satanismo filosófico, e outros.,
Satanismo gótico: A palavra“Satanismo”às vezes é usado como um nome moderno para len-das Cristãs introduzidas durante a idade média.A Igreja ensinou que algumas"Bruxas",principal-mente as mulheres, adoravam Satanás. Diziam que elas faziam juramento para entregarem suas vidas ao príncipe das trevas;seqüestravam e matavam bebês;dedicaram suas vidas a prejudicarem outros pelo uso de maldições e magia negra e voavam pelo ar em cabos de vassoura; Este tipo de " Satanismo " não existia então e não existe hoje tão pouco. Um dos casos mais conhecidos que popularizou esse tipo de satanismo foi o das“Bruxas de Salém”em 1692.Porém,um "Pânico " sobre assassinatos Satânicos foi desencadeado em 1980,em grande parte por uma minoria de feministas e cristãos envolvidos com a doutrina da “Batalha Espiritual”.

Todavia as convicções deles sobre abusos nos rituais Satânicos evaporaram em grande parte devido à falta completa de evidências de que estes crimes na verda-de aconteceram.

Satanismo religioso: Alguns destes são adultos que adoram uma deidade pré-cristã, por exemplo, "Set" - o deus egípcio. Há até uma igreja com esse nome chamada de, “Templo de Set”, esta é uma ramificação da “igreja de Satanás” fundada em 1975. Outros são Ateus ou Agnósticos que não vêem Satanás como uma entidade viva; eles o vêem como um símbolo de poder, vitalidade e prazer.


Dabblers satânicos: Estes são adolescentes tipicamente rebeldes que criaram sua própria forma de magia negra. Alguns alegam que é o satanismo religioso junto com outras religiões do neopaganismo que são tipicamente responsáveis pela pichação satânica que é visto ocasional-mente nos lados de edifícios. Alguns “Dabblers” podem sacrificar um gato ou cachorro pequeno em seus rituais; mas isto é bastante raro.

Outros significados:

1. Satanismo pode ser usado ao se referir a um seguidor de uma religião minoritária pequena como Wicca, Vodu, etc.

2. Às vezes se referirá ao seguidor de uma religião mundial principalmente como Budismo,Hin-duísmo, etc.

3. Ocasionalmente um assassino com assassinatos em série reivindicará ter estado debaixo da in-fluência de Satanás quando cometeu os crimes. Porém, investigações geralmente revelam que tais pessoas na verdade sabiam pouco ou nada sobre Satanismo, mas simplesmente estava se defen-dendo atrás do jargão: "Satanás me fez fazer isto ou aquilo". Alguns pedófilos que abusam sexual-mente de crianças também alegam estar envolvidos com satanismo quando na verdade não estão.


Mui freqüentemente,um escritor ou leigo misturará todos os quatro tipos de Sata-nismo em um único artigo, sem fazer diferença entre eles.


Satanismo e a Polícia

Uma série de pânicos satânicos varreu a América do Norte nos anos oitenta. Os satanistas foram acusados de seqüestrar, matar e até mesmo comer crianças. Era comum denúncia de assassinatos em rituais satânicos que chegavam à estimativa de 50 mil por ano.Muitos foram convencidos inici-almente que existia um culto satânico em escala mundial que era o responsável por esses crimes horrendos em massa.Alguns oficiais de polícia ficaram alarmados.Eles dispensaram um esforço e-norme em desvendar esses crimes acreditando que eram feitos por satanistas,entretanto todo esse esforço foi mal sucedido por que os crimes nunca aconteceram na escala proposta.Logo aparece-ram os ditos“peritos”em abuso de ritual satânico,e começaram a dar seminários a assistentes soci-ais e outros.

Nos anos de 1980, Kenneth V. Lanning da Unidade de ciência do comportamento do FBI em Quan-tico, começou a investigar os relatórios de Abuso de Ritual Satânico e ficou convencido que eles nunca existiram nas proporções alegadas, em grande parte por causa da falta de evidências de que quaisquer destes crimes tenha ocorrido de fato. Um segundo indicador era que uma conspira-ção desta magnitude não poderia permanecer em segredo por muito tempo. Ele documentou suas conclusões em um relatório no Guia de investigação de 1992 tendo como título “Para Alegações de 'Ritual' de Abuso de Crianças”. (Um exemplo disso é o fenômeno Daniel Mastral. Ele alega, em um de seus livros {“Filho do Fogo” Vol. 1}, que presenciou o assassinato de uma criança num local em São Paulo,onde 35 mil pessoas assistiam ao ritual.Depois do assassinato da criança ele, juntamen-te com outros bruxos, participou da degustação da vítima) .

A IGREJA DE SATANÁS

O maior e o mais tradicional grupo de satanistas dentro do“Satanismo Religioso”é a Igreja de Satanás, a qual muitas pessoas acreditam que foi fundada em Walpurgisnacht, 1966-ABRIL-30, (ano de Satã) por Anton Szandor LaVey (1930-1997) .

As convicções, práticas e rituais da Igreja de Satanás têm pouco que ver com o conceito Cristão de Satanás.O conceito predominante na igreja de Satanás é pré-cristão, e derivou da imagem pagã de poder, virilidade,sexualidade e sensualidade.Satanás é visto como uma força da natureza, não uma deidade viva.O conceito deles a respeito de Satanás não tem nada que ver com Inferno, demônios, tortura sádica,e o mal.Para atrair publicidade,eles clonaram o mesmo ritual católico de missa,sendo chamado inversamente de missa negra, para ridicularizar o catolicismo.

CONVICÇÕES E PRÁTICAS DA IGREJA DE SATANÁS

• Eles não adoram uma deidade viva.

• A ênfase principal recai sobre e no poder e autoridade do Satanista individualmente, em lugar de um deus ou deusa.

• Eles acreditam que não existe nenhum redentor que deu sua vida pela humanidade - que cada pessoa é a própria redentora dela mesma, completamente responsável pela direção de sua própria vida.

• O Satanismo alega respeitar e exaltar a vida. Dizem que as crianças e animais são as mais puras expressões dessa força de vida, e como tal é sagrado e precioso.


Há provavelmente menos que 10.000 Satanistas religiosos na América do Norte sem serem incluídos as gangues adolescentes e indivíduos que pratica isoladamente esta forma de religião. A organização Satânica mais bem conhecida como já dissemos é a Igreja de Satanás. Associado com muitos outros grupos independentes.

O FUNDADOR DA IGREJA DE SATANÁS

Foi levantado muitos rumores sobre a vida de Anton Szandor LaVey (1930-1997) antes dele fundar a Igreja de Satanás:Dizem que ele era um domador de leão,fotógrafo policial,estudante de crimino-logia, organista oficial de igreja, etc. Mas parece que tudo isso ainda é duvidoso.

A persistência destes rumores é devido em parte ao extenso talento de publicida-de de Anton.

Os grupos satanistas religiosos existiram durante os anos de 1950, ambos nos Estados Unidos e no Reino Unido. Mas eles eram pouco conhecidos. O satanismo moderno estourou na consciência das massas em Walpurgisnacht, 30 de abril de 1966, quando LaVey anunciou a criação da Igreja de Satanás. A Formação da Igreja de Satanás aconteceu em 1966; foi publicado em um artigo de jornal que recorreu a LaVey como o " padre da igreja " do Diabo .

É crido amplamente que LaVey tenha sido o conselheiro técnico para o filme “O Bebê de Rose Mary” de 1968. Ele reivindicou ter feito o papel do Diabo naquele filme!

LaVey escreveu a “Bíblia Satânica” em 1969 que foi seguido pelo livro“A Bruxa Completa” (1970) que depois mudou para o nome de “A Bruxa Satânica”. “Os Rituais Satânicos”, foram publi-cados em 1972. Estes são essencialmente os únicos livros prontamente disponíveis ao público no Satanismo. Muitas publicações adicionais foram escritas através de outros grupos Satânicos.
Porém, elas não estão disponíveis ao público, tendo que recorrer a sites satânicos para poder obtê-los.

Anton LaVey morreu em 1997.


DECLARAÇÕES SATÂNICAS

As nove declarações Satânicas formam o cerne das convicções da Igreja de Satanás. Eles foram escritos por Anton LaVey. Em forma abreviada, declaram que Satanás representa:

• Indulgência, não abstinência

• Existência vital, não sonhos espirituais vazios.

• Bondade merecida, não amor desperdiçado

• Vingança, ao invés de virar a outra face.

• O Homem como nenhum outro animal é o mais vicioso de todos.

• Satisfação de todos os desejos da carne etc.

OS NOVE PECADOS SATÂNICOS SÃO:

1. Estupidez

2. Pretensão

3. Solipsismo (é a crença filosófica de que, além de nós, só existem as nossas experiências.)

4. Auto-engano / auto-ilusão

5. Conformismo de massa

6. Falta de perspectiva

7. Negligência (ou esquecimento) dos ortodoxos passados

8. Orgulho contraprodutivo

9. Falta de estética

TEOLOGIA SATÂNICA

• Pessoas criaram Deuses em muitas formas; escolha um que poderá lhe ser útil.

• Céu e inferno não existem.

• Satanás não é relacionado com o conceito moderno do diabo Cristão.Os satanistas vêem Satanás como um princípio de vida pré-cristão que representa os aspectos carnais, terrestres, e mundanos de vida.

• Satanás não é um ser, uma entidade viva; ele é uma força de natureza.

• A vida humana é celebrada e considerada sagrada.

• O mais importante feriado Satânico é o aniversário de Satanás(30 de Abril).O de menos importân-cia é: “O dia das Bruxas” (noite de 31 de outubro), mas ambos são igualmente comemorados.

• Missas negras(parodia com o ritual Católico Romano)normalmente não é executado por Satanis-tas regularmente (exceto em ocasiões raras).

RITUAIS E CERIMÔNIAS

• Nomes usados incluem o de Satanás, Lúcifer, Belial e Leviatã.

• Os rituais de magia consistem em três tipos:

1. Magia de sexo (inclui masturbação),

2. Ritual de felicidade, e

3. Ritual de destruição (pode incluir os seguintes atos: espetar alfinetes em uma boneca; desenhar um quadro ou escrever uma descrição da morte da vítima). Os rituais de destruição são melhores executados por um grupo.

• Satanistas do sexo masculino usam roupões compridos e pretos, com ou sem um capuz.

• Mulheres jovens usam roupa sexualmente sugestiva; as mulheres mais velhas usam só preto.

• Muitos Satanistas tradicionais usam diferentes amuletos que levam o símbolo de Baphomet,sendo esta a cabeça de uma cabra dentro de um pentagrama invertido (estrela de cinco pontas com uma ponta para baixo e duas para cima). É rodeado por um círculo. Algumas fontes sugerem que esta é uma marca de comércio registrada da Igreja de Satanás. Isto não é verdade; o símbolo já circulava durante muitas décadas antes da Igreja ser fundada. A própria Maçonaria já possuía este símbolo!

• A Bíblia Satânica mostra um símbolo localizado em cima das Nove Declarações satânicas. É um sinal de infinidade(uma figura 8 em seu lado).Uma cruz romana é colocada ao centro da figura com um segundo,pedaço atravessado mais longo. Este não é um símbolo satânico; é um símbolo alquí-mico antigo.

• Quando a Bíblia Satânica foi escrita (1969) uma mulher nua era usualmente usada em um altar, desde que o Satanismo é considerado como uma religião da carne, não do espírito. Ela reclinava em um altar que era em forma trapezoidal, aproximadamente de 1 metro de altura, ali, após a cerimônia, ela praticava orgias com o sacerdote satânico.

• Uma vela branca é colocada à direita do altar; simboliza as convicções hipócritas dos satanistas de Magia Branca. Enquanto uma vela preta é colocada representando os Poderes da Escuridão, à esquerda do altar.Estes poderes são fontes de energia que é atualmente desconhecida e escondi-da. São orientados a terem velas pretas adicionais para prover iluminação suficiente.

FERRAMENTAS DO RITUAL

Um ritual simples pode incluir uma única vela com mais algumas ferramentas, no entanto rituais mais elaborados podem incluir o seguinte:

• Um sino que é tocado nove vezes no princípio e no fim do ritual;

• Um cálice, idealmente feito de prata; pode não ser formado de ouro porque isso é um metal que Satanistas associam com o Cristianismo e religiões Neopagãs.

• Outras ferramentas do ritual incluem um gongo, espada, elixir (normalmente vinho), falo, e pergaminho. São colocados juntamente com o cálice e o sino em uma mesa pequena perto do altar.

REGRAS DE COMPORTAMENTO

• A Oração é inútil, pois distrai as pessoas.

• Matança no ritual (de humanos ou animais) viola os princípios Satânicos. O Sangue tirado de uma vítima é inútil. As vítimas são mortas simbolicamente não de fato.

• Os membros desfrutam de indulgência em vez de abstinência. Eles praticam com alegria todos os sete pecados cristãos mortais (ganância, orgulho, inveja, ódio, glutonaria, luxúria e indolência)

• Se um homem bater em sua face retribua batendo na outra face dele também.

• Façam aos outros como eles fazem a você.


• Se ocupe livremente de atividades sexuais, conforme suas necessidades exigem (que podem ser com um só parceiro ou tendo sexo com muitos outros; pode ser do tipo heterossexual, homossexu-al ou bissexual, usando fetiches sexuais como você desejar, mas o ideal é uma relação monógama baseado em compatibilidade e compromisso).

• O suicídio é praticamente proibido.

• O Satanista não precisa de nenhuma lista elaborada e detalhada de regras de comportamento.

• Para fazer parte e ser associado ao grupo é necessário ser de idade adulta, a menos que um adolescente obtenha a permissão escrita do pai ou responsável.

PROGRAMA DE TRABALHO POLÍTICO

• Terminação do mito de igualdade para tudo.

• Taxa para todas as igrejas.

• Remover qualquer convicção religiosa que esteve incorporada à legislação.

• Ter liberdade para tudo a fim de viver dentro de um ambiente de escolha própria.

A Igreja de Satanás é altamente descentralizada. Acreditam que uma organização central forte não é muito importante. É esperado que cada Satanista siga seu próprio caminho.

O local onde os satanistas se reúnem geralmente é chamado de grottos.

Muitos satanistas usam mágicas e outros rituais para beneficiar a si próprio e a seus amigos, mas nada impede de usá-los também para prejudicar seus inimigos - pessoas que os feriram.

Alguns satanistas são acusados de administrar rituais que atacam especificamente convicções e práticas cristãs. Muitos autores descreveram rituais Satânicos nos quais os satanistas religiosos recitam a“Oração do Pai Nosso”de trás para frente,ou profana e usa o pão e o vinho que suposta-mente roubaram de uma catedral. Isto, segundo alguns, não há evidências desse fato. Parece ser pura ficção que poderá ser verificado em livros escritos durante a idade média.

Os satanistas são freqüentemente e altamente críticos em relação a todas as outras crenças. Eles são particularmente contrários ao Cristianismo por causa de sua suprema posição na sociedade Ocidental e também por causa das históricas de perseguições levadas a cabo por cristãos contra Satanistas.


Livros Sagrados do Satanismo

Eis alguns:

1. A Bíblia Satânica.

2. Os Rituais Satânicos

3. A Bruxa Satânica.

4. O Caderno do Diabo.

Conclusão

Apesar de sabermos que estas igrejas são na verdade uma forma disfarçada de ideologia matéria-lista em busca da permissibilidade libertina,não podemos,no entanto nos esquecer, que estas igre-jas levam seus adeptos para longe dos padrões espirituais estabelecidos por Deus nas sagradas escrituras. Cremos firmemente que isto é mais uma das muitas variantes religiosas que Satanás usa ao gosto do consumidor para levar o ser humano a distanciar-se mais e mais de seu criador.
Rejeitemos, pois toda forma de satanismo, seja ela qual for, e apeguemo-nos á ver-dadeira igreja do Deus vivo – Jesus Cristo.


Referências:

Exigências"religiosas e Práticas de Certo Departamento de Grupos"Selecionado do Exército,1978-ABRIL.A seção em Satanismo está disponível on-line a: http://www.satansrealm.com/military /

A Igreja de Satanás tem um home page oficial a: http://www.churchofsatan.com

O Templo de Jogo é a: http://www.xeper.org/pub/tos/index.html

Não Goste a Maioria " é uma " publicação de Satanism em Ação ". Eles seguem as tradições da Igreja de Satanás. Veja: http://users.aol.com/boysatan/ptp/nlm.htm

#CoScentral, o Quarto de Conversa de Rede Satânico a: http://www.satannet.net/chat.html

A Gruta de Reino de Satanás, a: http://www.satansrealm.com/main.html
A.S. LaVey," Os nove pecadosSatânicos,"(1987). Veja: http://www.churchofsatan. com/ Pages/ Sins.html
A.S. LaVey, revisionismo " Pentagonal: (1988) a: http://www.churchofsatan.com/Pages/PentRev.html

A Grande Ruptura

A grande ruptura


“Deus não habita em templos feitos por mãos de homens”. Estas palavras de Estevão, o primeiro mártir cristão, explicita a grande ruptura entre Moisés e Jesus Cristo.

Moisés representa o Pacto feito entre Yahweh e o povo hebreu, baseado na Torah. Jesus Cristo é o Filho Unigênito de Yahweh, a exata expressão de Yahweh, não somente aquele em quem habita a plenitude de Yahweh, mas também a revelação final e definitiva de Yahweh, que, tendo falado muitas vezes e de muitas maneiras, desde Moisés e os profetas, hoje nos fala por ele, Jesus Cristo, o único a quem devemos ouvir.

Por trás do primeiro Pacto, em Moisés, está o propósito de Yahweh, revelado no chamado de Abraão: abençoar todas as famílias da Terra. Para cumprir seu propósito, Yahweh chama um homem e dele suscita uma nação. Concede a esta nação a Torah, expressão de vontade em dimensões religiosa, ética e política. Por meio da estrutura religiosa que orienta o povo hebreu, vai revelando a si mesmo: a Lei cerimonial, o ministério sacerdotal, o cordeiro pascal, o sábado, o Tabernáculo, a figura do Rei e, principalmente, o Templo.

Idealizado por Davi e construído por Salomão, o Templo concentrava toda a estrutura religiosa de Israel. Dividido em três partes: o átrio, o lugar santo e o lugar santíssimo, ou “santo dos santos”. O Templo, e mais especificamente o “santo dos santos”, que recebia a visita apenas do sumo sacerdote e somente uma vez por ano, figurava a separação entre Deus e os homens: a glória de Deus era inacessível aos pecadores, que, representados pelo sumo sacerdote, ofereciam sacrifícios para perdão e bênção.

Estevão é acusado de perverter Moisés, a Lei e o Templo. De acordo com a lógica da tradição religiosa judaica, acusações legítimas. Não somente Estevão, mas também todos os apóstolos, estavam ensinando que Deus havia celebrado um novo Pacto: não mais em Moisés, mas em Jesus Cristo; não mais no sangue dos animais sacrificados, mas no sangue de Jesus Cristo, que nos purifica de todo pecado; não mais na Lei, mas na graça; não mais centralizado no Templo de Jerusalém, erigido sobre o Monte Sião, mas num templo de pedras vivas, construído nos três dias que delimitam a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. De fato, a mensagem dos seguidores de Jesus Cristo, e Estevão era um deles, tornava obsoleta a estrutura Moisés-Lei-Templo.

Mas, na verdade, a mensagem de Estevão era a perfeita consumação do propósito de Deus, estabelecido desde antes da fundação do mundo. Do particular para o universal: de um povo, o hebreu, para todas as famílias da terra; dos animais sacrificados para sua própria vida, doada em seu Filho; da Lei para o seu Espírito Santo derramado sobre toda a carne; do Templo para todo o universo, até que todos soubessem de fato o que os poetas gregos apenas intuíam: em Deus “vivemos, nos movemos e existimos”.

“Deus não habita em Templos feitos pelas mãos dos homens” significa, na verdade, que Deus não habita em nada feito pelas mãos dos homens. Os homens e as obras de suas mãos é que se sustentam em Deus. O movimento deflagrado por Jesus na Galiléia, ano 30, foi, de fato, uma grande ruptura, não apenas com a tradição do judaísmo hebreu, mas com todas as maneiras como, ao longo da história, os homens intuíram Deus e como com Ele se relacionar. O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo é singular.

Ed René Kivitz é escritor, conferencista e pastor da Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo.

O Caráter do Bom Ministro

INTRODUÇÃO

Assim como o fruto é determinado pela espécie da árvore, o ministério inteiro de um homem de Deus será influenciado e será qualificado pelo tipo de homem que ele é. O Senhor Jesus disse: "a boca fala do que está cheio o coração"(Mt-12.34). O grande pregador escreveu: "Porque, como imagina em sua alma, assim ele é."(Pv-23.7).Isso requer que o coração seja puro e repleto das coisas que ele deseja que transpareça no ministério. "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida."(Pv-4.23).Jesus era pleno da graça e da verdade; e assim, logicamente, isto é o que emanava de toda Sua vida (Jô-1.14).


1. QUALIDADES NATURAIS

Ao considerarmos o caráter de um bom ministro do Evangelho notaremos, primeiramente, certas tendências naturais que serão excelentes e quase necessárias. As inclinações vêm do berço; mesmo assim são passíveis de desenvolvimento e devem ser cultivadas. Outrossim, é bom saber que, embora parecendo ausentes determinados dotes, a maravilhosa graça de Jesus é tão excelente que podemos por meio dela adquirir muitas daquelas características consideradas "naturais".

1.1. Coragem

A principal de todas essas características inatas é a coragem. Nosso Senhor, pessoalmente, não temia nem Herodes e nem Pilatos, nem mesmo todo o Sinédrio. Não temia a multidão pululante que exigia o Seu Sangue, nem o próprio Satanás no monte da tentação.

Essa é uma qualidade simplesmente imprescindível na vida de um pastor. O seu ministério sofrerá oposições severas, muitas vezes sem causa. O diabo é nosso adversário declarado e está pronto a exaurir todos os nossos recursos possíveis para torcer ou solapar o nosso trabalho.

1.2. Diligência

Outra qualidade essencial para o ministro bem sucedido é a diligência. Somos ensinados, em Rm 12:8,11, que "... aquele que preside, faça-o com diligência... ", e que não devemos ser preguiçosos em nossas atividades. "Vês a um homem perito na sua obra? Perante reis será posto; e não entre a plebe." (Pv 22:29).

Ninguém pense que a vida de um pastor é fácil. O homem responsável por seu próprio negócio, jamais se satisfaz com as oito horas de trabalho e passa cada momento desperto em intensa concentração, a meditar sobre as obrigações do seu empreendimento. Esse há de ser o espírito e a preocupação de um verdadeiro homem de Deus. Não deve haver nele a menor sombra de preguiça, e cada parcela de suas energias, a cada instante, deve ser inesgotavelmente devotada à sua enorme tarefa.

1.3. Dignidade

A qualidade da dignidade não pode faltar, no ministro do Evangelho. Ao dizermos assim, não nos referimos à piedade forçada ou ao semblante solene, sepulcral e ameaçador; antes, temos em vista aquela calma temperança e reserva digna, que convém ao líder de almas e sobre quem pesam tão graves responsabilidade.

1.4. O Tato

O tato é outra qualidade de grande valor para o ministro. Há maneiras inconvenientes de fazer o trabalho de Deus, o que pode frustrar os propósitos desejados. Por exemplo, em corrigir uma desordem na Igreja, ao impugnar uma declaração feita por alguém publicamente e com a qual não se pode concordar, deve-se usar do máximo cuidado, evitando escolher palavras pesadas.

1.5. A Discrição

A discrição é qualidade que fica muito bem no ministro. Referimo-nos à conformidade com as leis da conduta apropriada, mediante o exercício da prudência em todas as ocasiões. Veja o conselho de Paulo, em Rm 1:16. Um coração totalmente simples pode colocar-se em situações delicadas, por falta de acuidade e chegar a ser falsamente acusado. Que uma mente sábia e uma vontade firme controlem o coração simples. Para sermos mais claros, todo o contato com o sexo oposto deve ser cuidadosamente vigiado.

1.6. A Cortesia

O apóstolo Pedro exortou aos convertidos que fossem corteses (1Pe 3:8). Espera-se de qualquer profissional que seja um cavalheiro. Quanto mais deve ser cortês o líder de crentes, que vive em contato com profissionais, para que saiba comportar-se dentro de certa linha. O "por favor" e o "muito obrigado" jamais devem faltar e as ordens sempre dadas em forma de solicitação.

1.7. O Asseio

Nos trajes pessoais, o pregador deve ser escrupulosamente limpo. Não dizemos que seja exagerado na moda, mas no asseio pessoal e na correção do vestir. O pregador do Evangelho deve expressar em seu asseio pessoal, aquilo que o Espírito de Deus tem colocado em seu interior.

1.8. A Linguagem

Devemos observar a pureza da mente e da linguagem, tanto quanto a higiene corporal. A mente pura resiste às meditações impuras, para não proferir palavras incompatíveis com o público. O uso de gírias é inteiramente impróprio para o pregador do Evangelho. Se o seu vocabulário carece de ser enriquecido, então que aprenda palavras saudáveis, pois existem suficientemente na língua portuguesa. Nosso Senhor, pessoalmente, como também Tiago, dizem-nos que nossa palavra deve ser "sim, sim"; e "não, não". Paulo nos exorta a que "não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem." (Ef-4.29).

1.9. A Pontualidade

A pontualidade é uma virtude. Quando empenhamos a palavra num encontro, assumimos uma obrigação que tem de ser cumprida. Atrasar-se num encontro e, pior ainda, faltar ao mesmo, é uma injustiça e um erro. Aborrece aqueles a quem damos a palavra, e reflete mal quanto à nossa honestidade e comportamento.

1.10. Habilidade de Liderança

A liderança envolve a concordância geral e a disposição de assumir responsabilidade. É mister tomar decisões. E embora seja conveniente não arriscar-se demasiadamente na tomada de posições, contudo, essa qualidade é parte inerente da liderança.

A habilidade executiva também se inclui nesta consideração e deve ser encontrada em boa medida no líder de uma Igreja.

A liderança envolve também o conhecimento da natureza humana. Isso vem mediante o instinto, a observação e a experiência.

2. QUALIDADES ESPIRITUAIS

Chegamos, agora, ao campo das qualificações e características espirituais. De imediato, vemo-nos face a face com o Filho de Deus, que é a incorporação consumada de todas estas virtudes: amor, fé, santidade, humildade, paciência e espírito perdoador.

2.1. O Amor

O amor de Deus significa: amor para com Deus e também amor divino em nossos corações. Em ambos esses sentidos, o ministro deve possuir um coração pleno de amor de Deus. O primeiro dever de todo pastor é amar o seu Deus de todo coração, alma e espírito. Procedendo assim, a sua consagração se tornará completa. Não haverá asperezas nem ressentimentos em qualquer feição de sua vida e ministério. Pois, se Aquele que ama foi quem o chamou, e o amor da pessoa a Ele permanecer fiel e verdadeiro, então todas as suas solicitações serão respondidas e tudo correrá bem.

2.2. A Fé

Bem próximo do amor, e quase tão importante quanto ele na vida e no serviço cristão, a fé é a chave capaz de abrir os tesouros de Deus. Pela fé somos salvos. Pela fé somos guardados. Pela fé recebemos o Batismo do Espírito Santo. O justo viverá da fé, e sem fé é impossível agradar a Deus. Pela fé, também nós, assim como Enoque, seremos arrebatados ao encontro do Senhor quando vier nas nuvens do céu. Todos os empreendimentos que devem ser realizados pelo pregador são de natureza sobrenatural. Quem pode salvar uma alma humana? Quem pode alterar as mentes e os corações dos homens? Quem pode efetuar alguma cura sobrenatural do corpo? Quem pode batizar no Espírito Santo? Quem pode derrubar por terra o preconceito e alterar os sentimentos de uma pessoa, independente de sua vontade? Somente pela fé!!!

2.3. A Santidade

Como pode uma pessoa pregar santidade e levar outras pessoas a uma vida santa, se ela própria não tem uma vida pura? "...purificai-vos, vós os que levais os utensílios do Senhor." (Is 52:11). Sem a santificação, ninguém jamais verá a Deus (cf. Hb 12:14). Uma débil demonstração do poder do Evangelho é o que resulta, quando o pregador não mostra em sua vida o poder santificador de Deus!

2.4. A Humildade

O inimigo tem um meio de macular uma vida santa. Se não pode estragá-la de outro modo, ele semeia o joio do orgulho enquanto o crente "dorme". Acontece sutilmente, sem que o incauto dê conta disto. Esse fermento de perversidade começa sua ação mortífera e em pouco tempo, haverá evidências flagrantes de orgulho espiritual. Além disso, manifestar-se-ão as formas mais comuns de soberba: da profissão, da posição e do lugar que ocupa.

2.5. A Paciência

As obras importantes, de valor permanente, não se realizam em pouco tempo. Um galinheiro, pode ser construído em uma hora, mas um templo magnificente, requer anos de labor diário. A obra de Deus, uma congregação ou comunidade, é, de fato, a ereção de um templo santo que servirá de habitação de Deus por meio do Espírito Santo. Nada sobre a face da terra pode comparar-se a esse edifício espiritual que o homem de Deus constrói, no que diz respeito ao seu valor ou à qualidade de permanência.

2.6. O Espírito Perdoador

Enquanto a natureza humana correr seu curso natural, haverá ocasiões em que o pregador terá de mostrar o espírito perdoador. Se ele for ofendido pessoalmente e guardar ressentimentos, poderá dar lugar a uma divisão da Igreja ou até mesmo à ruína geral. O pastor não pode esperar que seu povo seja mais semelhante a Cristo do que o líder desse povo. São necessárias duas pessoas para que surja uma contenda. Se, porém, o pastor tomar a iniciativa de deixar de lado o ressentimento e perdoar a pessoa que errou, dará demonstração de maturidade, como de fato lhe compete.