28 de setembro de 2009

O que o domina, o Medo ou o desejo de Vencer?

Pense em quantas vezes nos deixamos de nos posicionarmos, de arriscar, de tantas outras e outras coisas, simplesmente por causa do medo. Acredito que devemos conhecer nosso inimigo, chama-lo pelo nome, reconhecer sua presença e não permitir que ele nos domine.

Saberemos se os resultados serão positivos ou negativos apenas se arriscarmos. Então que possamos dar passos em direção aos seus sonhos, que não sejamos parados novamente, vamos tentar e não deixar mais o medo ganhar. Viremos o jogo, tracemos novas estratégias, estejamos focados nos nossos objetivos. Persevere! Persevere! Persevere e Não tenha medo de ser um VENCEDOR!

"A perseverança é dos segredos mais importantes do êxito".
Tenha Uma Semana de Sucesso..!!!

17 de setembro de 2009

O que é Desenvolvimento sustentável.??





















Desenvolvimento sustentável é a forma de desenvolvimento que não agride o meio ambiente de maneira que não prejudica o desenvolvimento vindouro, ou seja, é uma forma de desenvolver sem criar problemas que possam atrapalhar e/ou impedir o desenvolvimento no futuro. O desenvolvimento atual, apesar de trazer melhorias à população, trouxe inúmeros desequilíbrios ambientais como o aquecimento global, o efeito estufa, o degelo das calotas polares, poluição, extinção de espécies da fauna e flora entre tantos outros. A partir de tais problemas pensou-se em maneiras de produzir o desenvolvimento sem que o ambiente seja degradado. Dessa forma, o desenvolvimento sustentável atua por meio de alguns aspectos: Atender as necessidades fisiológicas da população; Preservar o meio ambiente para as próximas gerações; Conscientizar a população para que se trabalhe em conjunto; Preservar os recursos naturais; Criar um sistema social eficiente que não permite o mau envolvimento dos recursos naturais; Criar programas de conhecimento e conscientização da real situação e de formas para melhorar o meio ambiente. O desenvolvimento sustentável não deve ser visto como uma revolução, ou seja, uma medida brusca que exige rápida adaptação e sim uma medida evolutiva que progride de forma mais lenta a fim de integrar o progresso ao meio ambiente para que se consiga em parceria desenvolver sem degradar. Existem três colunas imprescindíveis para a aplicação do desenvolvimento sustentável: desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental. Esses devem ser dependentes um do outro para que caminhem lado a lado de forma homogênea.


Fonte: Revista Escola

O histórico discurso de Marina Silva na sua filiação ao Partido Verde.Foi um discurso cheio de emoção mas também de conteúdo que emocionou e fez pensa



1-Não foi fácil chegarmos até aqui. Acho que o Gabeira, o Sirkis, o Penna, o Zequinha, os que se colocaram, procuraram, de forma diversificada, cada um pelo seu olhar, narrar um pouco desse percurso, e a narrativa, ela é muito importante, porque cada vez que ela é feita, ela empresta um olhar, uma escuta, e eu pude ver, em diferentes olhares, em diferentes escutas, aqui que se fez este percurso, do Partido Verde no Brasil. O Partido que foi criando a sua militância, que foi se estabelecendo, mas que também foi acolhendo aqueles que, mesmo não sendo partidários, se colocam como parceiros, nessa grande rede, de buscar um mundo melhor e um Brasil melhor?Eu chego até aqui e não posso dizer para vocês que esse percurso foi fácil.

Tenho 30 anos de militância dentro do Partido dos Trabalhadores, e durante todos esses anos, juntamente com pessoas igualmente valorosas, aprendemos muito, sonhamos muito, realizamos muitas coisas boas. Sofremos alguns constrangimentos, pelo erro de poucos. Não venho mais com a ilusão dos partidos perfeitos, que acalentei durante a minha juventude. Mas, venho com a certeza de que homens e mulheres de bem podem aperfeiçoar as instituições (palmas) e que as instituições aperfeiçoam também os homens e as mulheres de bem.Durante todos esses anos de militância social e político, tenho me dedicando à causa sócio - ambiental. A primeira parte, não tinha ainda o domínio dos conceitos, quando lá, no Acre, fazíamos desempate, lutávamos, eu, o Chico Mendes, Jorge Vianna, Tião Vianna, Raimundo de Barros, tantas pessoas, para que não se destruísse a floresta e sim, transformasse toda aquela beleza, toda aquela riqueza, em simples pastagem. E, naquele momento, algumas pessoas do Rio de Janeiro olharam para nós e disseram: ´Isto que vocês fazem é defesa do meio ambiente. Isso que vocês fazem é defesa da ecologia`. E eu me lembro que quando o Gabeira, o Sirkis e as pessoas que conversavam com o Chico Mendes, começaram a fazer esse discurso e essa preleção para o Chico Mendes, ele chegou, uma vez todo animado, lá em uma reunião e disse: `O Gabeira e o Sirkis falaram que isso que nós fazemos aqui é ecologia`. E, como ele era muito brincalhão, ele disse: `E, eu perguntei para o Sirkis se isso era coisa para a gente comer` (risos). E, o Chico começou a falar, na sua forma simples, mas muito didática, desses novos conceitos. E, naquela oportunidade, começou a haver um certo estranhamento sobre a postura e a visão do Chico Mendes. Algumas pessoas do movimento sindical não compreendiam porque ele não lutava pela reforma agrária clássica, que acontecia nas demais regiões do país, mas pela reserva extrativista. Algumas pessoas não compreendiam porque a luta não era pela terra, a luta era pela floresta e, assim, o Chico Mendes foi explicando muitas dúvidas. Mas, de certa forma, ele contribuiu para que no Brasil, o primeiro projeto político que, fez uma disputa em defesa de um modelo diferente de desenvolvimento para a Amazônia, foi o Acre, com a eleição do Jorge Vianna e, tudo o que vem acontecendo lá no Estado do Acre. O Chico foi uma pessoa muito especial, como falou aqui o Gabeira e o Sirkis.Vocês sabem como foi criado o Partido Verde no Acre? O Partido Verde, no Acre, foi criado por vontade do Chico Mendes. Ele queria um partido para coligar, mas ninguém queria coligar com o PT, nem com o Chico Mendes, porque achavam que ele era contra o progresso. O progresso que destruía a floresta e as biodiversidades, as comunidades, e que fazia todo aquele estrago e que, hoje, nós vemos, e que, graças a Deus, está mudando pela consciência de homens, de mulheres, de empresários, de cientistas, de movimentos sociais, no Acre e no Brasil.Mas, ninguém queria coligar com ele àquela época. E, ele disse:`Então, nós vamos criar o PV aqui`. E, nós falamos: `Mas como vamos criar o PV, se não tem militante do PV?`. Então, ele disse: `Nós vamos emprestar militantes do PT para criar o PV`. E, fez uma grande assembléia, e um grupo de companheiros, voluntariamente, Penna, se dispuseram a fundar o Partido Verde. Pois não é que eu acho que o Partido Verde aprendeu o caminho da roça até hoje?!!! (aplausos).Mas, eu estou contando isso para poder me conectar um pouco com este evento bonito, esta festa que o Partido Verde está fazendo para a entrada das pessoas, que agora se filiaram, das milhares que vão se filiar e a minha entrada. Eu tomo este gesto, como um gesto de acolhimento muito amoroso, Gabeira, Zequinha, Penna, Juca, Sirkis, Regina, um gesto de acolhimento amoroso.


2.Eu sou uma pessoa que funciono por metáforas. E não foi fácil viver os últimos dias que eu vivi. Há algum tempo, eu venho pensando a questão da sustentabilidade, como algo estratégico para o Brasil, como algo estratégico para o planeta. Nos últimos dez anos, tenho andado o Brasil afora, e eu sinto que está germinando uma nova consciência, uma nova prática, uma nova forma de pensar as políticas públicas, de pensar o trabalho dentro das empresas, dentro das diferentes atividades econômicas, dentro da academia, dos movimentos sociais.Está germinando uma nova forma de produzirmos a base material da nossa existência. E por que isto está acontecendo? Porque nós estamos vivendo duas crises: uma crise econômica, que todos se preocupam, com justa razão, para resolvê-la. Mas, também, vivemos uma crise ambiental sem precedente, e que nem todos se preocupam com a mesma intensidade, para resolver esta crise. Só que a segunda é mais grave que a primeira. E, se não resolvermos a segunda, qualquer saída para a primeira, será uma falsa saída. Porque não há como resolver os problemas econômicos e sociais, destruindo as bases naturais do nosso desenvolvimento.E o sistema climático, que está mudando, pelo seu aquecimento, nos dá conta, como um recado mais radical da relação nefasta do homem com a natureza, de que chegamos à era dos limites; de que não é mais possível continuar com a mesma visão de desenvolvimento linear. Não é mais possível imaginar o desenvolvimento, sem que isso se traduza em duas responsabilidades: como atender os reais direitos das gerações presentes, sem que isso signifique comprometer os reais e legítimos direitos daqueles que ainda não nasceram? Essa é a equação que está colocada em todo o mundo, para todos os homens, para todas as mulheres, de todos os setores da sociedade. É isso que chamamos de desenvolvimento sustentável.Mas para que o desenvolvimento sustentável aconteça no Brasil e no mundo, é preciso que se crie uma cultura de sustentabilidade. E a sustentabilidade, ela se refere, se reporta a várias dimensões: a dimensão econômica, a dimensão social, cultural, a dimensão política, estética e a dimensão ética. Não há como fazer a mudança que precisamos fazer, com a magnitude que precisa ser feita, sem que haja uma forte base social, um grande acordo social, que viabilize a sustentabilidade política para esse novo fazer.Um novo fazer que não pode mais ser remetido para o amanhã. É um novo fazer que tem que começar agora (palmas). E, nós não temos o direito de adiar essa responsabilidade, esse compromisso. É por isso e, é em nome desse compromisso, que eu me submeti à reflexão, quando o Partido Verde, ao se dispôs a fazer uma revisão programática, colocando a questão do desenvolvimento sustentável, como a estratégia do seu programa e um processo de reestruturação. Eu me comovi e me movi para este desafio e, foi por isso que comecei um processo difícil doloroso, de conversa com meus companheiros do PT, e me expondo aos seus argumentos, porque eu tenho a clareza de que tudo que fizemos juntos deve ser preservado no melhor lugar da nossa casa comum, que é este planeta Terra.Mas, durante esses diálogos todos, eu ouvia das pessoas: porque você não permanece e vamos fazer esse embate dentro do PT, para convencer o PP de que a questão da sustentabilidade deve ser estratégica ? E eu percebi, que não se tratava mais de continuar para fazer um embate, para convencer daquilo que o mundo inteiro já está convencido (palmas). Tratava-se de fazer um encontro com aqueles que já estão convencidos e, que se dispõem a fazer o convencimento de outras pessoas, inclusive de outros partidos. E, eu espero que este gesto possa contribuir para que a questão da sustentabilidade esteja como estratégica , não apenas no PV, que é pioneiro e, está de parabéns por isso, mas também no PT, no PCdoB, no PSDB, em todos os partidos (palmas), que não podem se furtar a esse desafio.Mas, do que nos partidos, que a questão da sustentabilidade, em todas as suas dimensões, esteja presente no fazer da sociedade, na diversidade social e cultural, que é maior do que os partidos, não temos que ter a pretensão de querer homogeneizar a sociedade. A sociedade é diversa, os núcleos vivos da sociedade, da academia, do empresariado, dos movimentos sociais, das ONGs, da arte, da espiritualidade, eles são disponíveis para contribuir com esta causa, mas, muitas das vezes, não querem se filiar e, é muito bom que tenhamos pessoas assim, como médicos, como empresários, como cientistas, como advogados, na condição daqueles que vão fazer a transformação.Porque não há mais espaço para a velha política de fazer as coisas para as pessoas, é preciso que se faça com as pessoas (palmas). Há uma mudança de paradigma, e essa mudança de paradigma tem que ser internalizada por todos. E o que significa isto? Significa respondermos à interpelação ética, que está diante de nós. Países ricos, o que vocês fizeram no passado com os recursos naturais de vocês? Com o processo de desenvolvimento de vocês? Que nos trouxe tantas vantagens, temos que ser leais em afirmar, mas, que também nos trouxe muitos problemas. O homem tentando superar os limites, que a natureza lhe impõe, encontrou o limite da própria natureza e nós nunca nos sentimos tão desamparados.A pergunta a eles é o que fizeram, no passado, que nos levou a comprometer as possibilidades de vida na Terra? Mas, a interpelação ética que nos é feita é de outra natureza, é em relação ao nosso futuro: o que vocês vão fazer para que as florestas, que vocês ainda têm? No Brasil, 60% de florestas. O que vocês vão fazer com as espécies vivas, que vocês ainda têm? No Brasil, 22% das espécies vivas do planeta. O que vocês vão fazer com a água doce, que no planeta inteiro, só 3% é disponível para o acesso, para o cultivo, para a indústria e a dessendentação? O que vocês vão fazer com os 11% de água doce que vocês tem? O que vocês vão fazer com os povos originários que vocês ainda tem, que são mais de cem povos, que falam mais de cem línguas? É uma interpelação de outra natureza. E ela é instigante, porque aprendendo com os erros do passado, daqueles que ainda não sabiam que estavam prejudicando o planeta, nós podemos re-significar a nossa ação.Existe um ditado chinês que diz: “Sábios são aqueles que aprendem com os erros dos outros. Agora, estúpidos são aqueles que não aprendem nem com seus próprios erros". (palmas). Se nós não formos capazes de aprender com os erros dos outros, que pelo menos, sejamos capazes de aprender com os nossos próprios erros. Porque no Brasil, nós também, já erramos. A Mata Atlântica, era 1,3 milhões de quilômetros quadrados, só restam 7%. Quando os portugueses chegaram aqui, eram cinco milhões de índios, só restam 700 mil. Um milhão, a cada século, foi eliminado. Nós não temos o direito de não fazer diferente, temos que fazer diferente. E para isto, vamos ter que contar com a ajuda e o trabalho de todo mundo. E, por isso que eu estou aqui.


3.Eu disse que sou uma pessoa que funciono por metáforas para passar a minha dor e, quando eu estava naquela discussão difícil para tomar esta decisão, que agora se faz alegre. Olhando para vocês, se faz alegre (palmas). E, eu disse para os meus companheiros, quando chegou o momento de dizer que havia tomado à decisão, que às vezes, dentro de uma casa, é necessário que a gente saia, filho saia, às vezes o irmão saí, para fazer a sua casa. E, isto não significa que estamos rompendo com o passado das coisas boas e, nem tão pouco nos disresponsabilizando com os erros que foram cometidos, porque o caminho mais fácil é o do rompimento, e de achar que pode levar apenas a herança boa e se descomprometer com toda a história que viveu. No meu caso, não é possível. São 30 anos de história. E, as pessoas podem me perguntar: “Mas, porque só agora?” E, essa pergunta é legítima. Então, eu disse: “Estou saindo para fazer uma outra casa. E para morar, talvez, na mesma rua, no mesmo bairro, na mesma vizinhança”. Qual a única forma talvez de continuarmos juntos? Não é para fazer um novo caminho. É uma nova maneira de caminhar. É uma nova maneira de caminhar que eu aprendi há muito tempo, com as pessoas que citei, que fizeram o beabá da ecologia, para mim. Eu tive que me segurar muito para poder fazer este discurso. Eu havia pensado algumas coisas. Mas, eu resolvi e desisti, por que agora é um momento de falar mesmo com o coração (palmas). De falar com o coração, eu quero homenagear este meu passado, da seguinte forma: existe..., são palavras dita por Guimarães Rosa, em um conto, chamado Nem um, Nem uma, e tem um momento em que o personagem diz o seguinte: “será que você seria capaz de se esquecer de mim e assim mesmo, depois e depois, sem saber, sem querer, continuar gostando, como é que a gente sabe?” Essa é a homenagem que eu faço para o meu passado (palmas). Eu vou continuar gostando e gostando sem querer, sem saber, de todas aquelas pessoas que construíram a História. Mas, Gabeira, Sirkis, eu quero homenagear esta nova casa, que já existe e que agora eu estou me dispondo a, junto com vocês, ampliar o alcance, fazer as mudanças, preservar aquilo que precisa ser preservado; com as palavras de um homem, que é muito importante na minha formação ética, que é Santo Agostinho, e aí vocês vão entender porquê. Essa é a homenagem, que eu quero fazer para os verdes, depois do Guimarães Rosa para o PT. Disse Santo Agostinho: “Tarde vos amei, beleza tão antiga e tão nova. Tarde vos amei.


4.Eu quero terminar, dizendo para vocês, porque queremos fazer coisas, nós estamos aqui porque temos ideais e que em cima de princípios éticos e valores morais duradouros. Nós podemos fazer alianças pontuais. Porque não somos obrigados a pensar da mesma forma, do mesmo jeito. Nós não somos sacos de estopa. Nós somos pessoas diferentes, com desejos diferentes. Não é errado ter diferentes interesses. O erro é quando alguém pensa que, de forma ilegítima, vai fazer o seu interesse se sobrepor ao dos demais (palmas).O interesse da nação brasileira, da preservação do planeta, está acima de nós. E é em nome desse interesse maior que nós estamos unidos. Para isso, cada um vai ter que assumir a sua posição, a sua responsabilidade, e eu sempre digo que para esta mudança precisam três coisas: ter a visão – e que seja uma visão generosa, acolhedora da diferença -, que não pretenda hegemonizar as diferenças, nem diluir os sonhos; e, que seja um processo democrático aberto, transparente, com lideranças multicêntricas, para processos e respostas multicêntricas. Que sejam estruturas flexíveis, capazes de comportar o melhor da academia, dos movimentos sociais, da política, dos governos, do empresariado, da arte e da espiritualidade.Para isso, cada um, vai ter que ajudar a construir. Isso não vem porque nós, simplesmente, desejamos. É uma construção histórica. E, cada homem, cada mulher deve e pode fazer. Agora, uma coisa importante: essa transformação será fruto da vontade e da determinação de homens e mulheres que se colocam como mantenedores de utopia, mesmo em uma idade já amadurecida.Mas, para que isso aconteça, é fundamental a força e o envolvimento da juventude. É a juventude que faz mudança. Sem ela, nada muda (palmas). Tudo fica no lugar. No Acre, nós mudamos, porque foi possível, Juca, grupo de jovens sonhadores, ao lado de Chico Mendes, Dom Moacir, Leonardo Boff, Clodovis Boff; eles nos davam suporte para sonharmos. Eu nunca esqueço, no dia em que D. Moacir me mandou, numa canoa, para levar alimentos para alguns trabalhadores, que estavam lá no seringal Catuaba, isolados, com jagunços, e eu e a Celma íamos remando, na canoa. Ela, 17 anos e eu, 19 anos. Um pouco mais magrinha do que hoje, mas dava para ver, para perceber.E, quando nós passávamos, ninguém dava a mínima para aquelas duas meninas. Levávamos a comida e voltávamos. Um belo dia, já um pouco mais grandinha, numa reunião, deveríamos ter 28, para 30 - da idade da minha filha Shalom, que está aqui (minha filha Moara, minha sogra, meu sogro, meus amigos, minha família – palmas – que estão aqui) eu disse numa reunião, para D. Moacir: “D. Moacir, como é que o senhor teve a coragem de mandar aquelas duas meninas lá, no olho do furacão, do conflito armado?” Obviamente, que o inconsciente faz armadilhas, e eu queria que ele dissesse, Augusto: ”vocês eram muito corajosas, vocês eram muito ousadas, vocês eram meninas muito fortes”. Ele olhou para mim e disse: “Minha filha, quem não tem quem mandar, manda qualquer um”. (risos) (palmas)Pois não é que essa história de mandar qualquer um dá certo? Então, não espere para se transformar primeiro no Obama, no Pelé, em quem quer que seja. Vai em nome de qualquer um, que é isso que faz a mudança. Se coloque no seu lugar e faça a diferença (palmas). Para concluir, eu vou terminar com uma poesia, que eu faço, que os meus assessores não aguentam mais. O Capobianco não aguenta mais, o Fábio Feldman também não. Mas, aqui no PV, é nova, então eu posso, dizer (risos).Está um pouco por aí, nos mangues, eu vi. É algo que nos chama a fazer esse revezamento, de que ninguém deve ser líder de tudo e ainda querer ser líder do resto. Isso não dá certo. E no Brasil, isso está destruindo a política, um pouco. Na Amazônia, tem uma árvore chamada “taxí”. Tem umas formigas, e em baixo do taxí, não nasce absolutamente nada. E, eu lá no Acre, eu dizia: não podemos taxí, porque é preciso que possam nascer novas plantas. Os lagos só são ricos na Amazônia, porque de vez enquanto, eles são inundados pelas águas e levam novos nutrientes e novos peixes. Se você derreter tudo, vai acabar virando um mar morto.Então, cada um se coloque na posição de revezamento. É mais ou menos assim: “Do arco que empurra flecha, quero a força que a dispara, do alvo que é mirado, quero que o faz desejado. Do desejo, que busca o alvo, quero o amor por razão. Só assim, não terei armas. E, assim, não farei guerras e assim fará sentido o meu passar por esta Terra. Sou o arco, sou a flecha. Sou todo em metades. Sou as partes que se mesclam nos propósitos e nas vontades. Sou o arco por primeiro. Sou a flecha por segundo. Sou a flecha por primeiro, sou o arco por segundo. Buscai o melhor de mim, e terás o melhor de mim. Darei o melhor de mim onde precisar o mundo. Que o mundo possa levar o melhor de cada um de nós, nesse ato, nesse gesto, de acolhimento, que é do Brasil, que é do planeta, que é de um mundo melhor”.

Muito obrigada e um beijo no coração dos verdes.


15 de setembro de 2009

37º Encontro Sepal para Pastores e Líderes

O 37º Encontro Sepal para Pastores e Líderes tem o desafio de levar seus participantes a ganharem uma visão em cinco áreas que cremos ser de suma importância para poderem servir no Reino de Deus. Durante esses dias você poderá entrar num trilho que o levará a um estreitamento da relação com Deus, sua família, seus liderados e seus sonhos. Certamente ao final deste evento você estará renovado e inspirado para os desafios que o Senhor irá trazer ao seu coração.3 a 7 de maio de 2010 (semana anterior ao Dia das Mães) Hotel Monte Real - Águas de Lindóia, SPNunca é tarde para ... liderar, inovar, cuidar, inspirar e revolucionar.Palestrantes: Ariovaldo Ramos, Luis Roberto Silvado, Ricardo Agreste e muito mais!



A edição de aniversário da Revista Época, publicada em 25 de maio, apresenta uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020.
O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL (1) , estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica. E se a previsão se cumprir, o aumento no número de fiéis ajudará a mudar a “cara” do país. Uma das hipóteses para o crescimento dos evangélicos, segundo a matéria, é a flexibilização e adaptação à sociedade.
Para a revista, a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos. No entanto, não se sabe se a violência deve continuar a acontecer.
Como isso pode acontecer sem infringir princípios básicos da fé, deve ser uma reflexão para os cristãos.
Fonte: Portas Abertas.




11 de setembro de 2009

A indivisível prosperidade.!!



















"O justo se informa da causa dos pobres, mas o ímpio nem sequer toma conhecimento."
(Provérbios 29 : 7)


Meu querido irmão se você é pobre e evangélico "cuidado" não pense que terá auxílio dos abastados e prósperos irmãos. Porque a grande maioria vive um evangelho diferente do qual jesus cristo nos ensinou. Eles somente pensam em conquistas e vitórias para poderem ser grandes empresários, andar de carro importado, viajar para Miami..etc..etc...
E se você é pobre problema seu.!! ou sua fé é muito fraca..ou ainda pode ser que vc esta em pecado...ha sim....por isso vc não se tornou um badalado empresário de sucesso.!!
Precisamos que as escrituras sagradas voltem a ocupar o lugar de destaque em nossas Igrejas pois somente assim conseguiremos corrigir tanto besterol evangeliques em nosso meio. E então poderemos ser uma comunidade cristã que valoriza o ser humano e se compadece de suas mazelas socias.
Ser justo é poder repartir o pão com o seu irmão que assenta a seu lado no banco da Igreja no culto dominical e que muitas vezes não tem o arroz e feijão para saciar a fome do corpo.....e que mesmo assim nos da um grande exemplo, que saciar a fome de Deus é primordial até para quem esta de estômago vazio..!!!
Portanto vamos proclamar o evangelho que sacia a fome do corpo quanto da alma!!! Somente assim conseguiremos impactar os ímpios existentes em nosso meio que possuem até carteirinha de membros fiéis, dizimistas especiais.....mas não vivem um evangelho que torna relevante serem chamados de CRISTÃOS.!!

5 de setembro de 2009

Vigaristas Morais.

Por Winston Smith,

Quase 400 mortes por causa da Gripe Suína e finalmente ficamos sabendo alguma coisa do Ministério da Saúde.
Temporão está utilizando os cádaveres para pressionar o Congresso a aprovar a volta da CPMF alegando que precisa de novos recursos para combater a pandemia.
Não precisa não. Pode começar por usar melhor os recursos que tem. Vale lembrar que o governo reduziu os gastos com Saúde alegando que o Bolsa Família estava incluído no cálculo.
O Brasil nos cobra tributos de país de primeiro mundo. Que aja como um então. O que não pode é continuar extorquindo a sociedade para continuar jogando dinheiro fora com ONGs, movimentos sociais e estatais dos companheiros.
Tem uma televisão sem telespectadores que leva quase 1 bilhão por ano. Que tal tirar de lá?
Tem dinheiro sendo repassado a Gilberto Gil para incentivar sua carreira. Que tal tirar de lá?
Usar mortos como instrumento de pressão é coisa de vigarista moral. Da pior espécie.

Após revelação divina, soropositivo abandona tratamento e morre

A sabedoria popular defende que a fé remove até montanhas.
No caso do desempregado Gilson de Oliveira Silva, 44 anos, a fé não foi suficiente para livrá-lo dos efeitos do vírus HIV. Depois de freqüentar a Igreja Ministério do Fogo por um ano e ter ouvido uma revelação de que estaria curado, Gilson suspendeu por seis meses o tratamento com coquetéis.
Na segunda-feira (31), foi sepultado no Cemitério Quinta dos Lázaros. Segundo Simone Oliveira Silva, irmã de Gilson, ele sofria muito em virtude do HIV e de um câncer que teve na face. "Ele estava desesperado. A fé nessas revelações cegaram meu irmão", afirma Simone, que ainda quer detalhes sobre o que teria levado Gilson a abandonar os medicamentos.
Ela contou que foi agredida pelos membros da igreja e pela própria pastora e promete levar o caso à Justiça. A sede da Igreja Ministério do Fogo fica numa transversal da Avenida Jorge Amado, no Imbuí. A casa, sem identificação, estava fechada na manhã de segunda-feira (31).
Vizinhos que não quiseram se identificar disseram que a igreja é uma chaga no local. Uma senhora garantiu que a líder religiosa manipula os fiéis. "Se uma mulher é casada e o marido não vai ao culto, ela inventa histórias pra a pessoa ficar impressionada até arranjar outro", contou.
Uma moradora da rua onde está a igreja afirma que o local é sempre palco de confusões e muito barulho. "Eles enganam as pessoas dizendo que são de Cristo.
Fizeram a maior confusão quando a família do rapaz (Gilson) chegou", diz a moradora, garantindo que não é a primeira vez que a pastora faz promessas de cura.
Segundo o criminalista Sérgio Reis, abusos de pessoas que se dizem agentes da fé ou enviados de Deus podem ser denunciados à polícia e ao Ministério Público, pois tais cultos geram prejuízos à comunidade. "Nesse caso específico, enquanto acreditava estar curado, o rapaz pode ter até transmitido o vírus para outras pessoas. É preciso que em situações assim haja a interferência dos poderes públicos", defende.
Gilson recebia os coquetéis contra o HIV no Hospital das Clínicas. O infectologista Eduardo Martins Neto não confirmou se ele deixou de pegar os medicamentos, mas contou que os pacientes são orientados sobre a necessidade de manter o tratamento. "Algumas vezes, fazemos contato com pacientes faltosos, mas não há como controlar toda a demanda", disse.

Fonte: www.terra.com.br

2 de setembro de 2009

Carta de um membro.Uma Súplica aos Pastores Carta enviada ao periódico “Heartcry Journal”

Prezados Pastores e Pregadores, Recentemente, ouvi um pastor (não da minha igreja) pregar um sermão sem vida, sem paixão, sem objetivo, destituído de poder ou fogo.
Quando me refiro a fogo, não estou falando a respeito de pregações animadas, que incitam a audiência a imitar aulas de exercícios aeróbicos. (Conheci Vance Havner, por exemplo, um grande pregador que falava com poder, paixão e fogo, embora sua voz fosse monótona e seu estilo de pregação bem estático.) Mas a mensagem que ouvi esse dia foi uma perda de tempo para mim, o que me levou a expressar os seguintes pensamentos aos pregadores em geral: Nós, o povo de Deus, temos sede e temos fome.
Estamos machucados e precisamos de ajuda. Precisamos do fogo de Deus e precisamos do poder de Deus. E, para isso, precisamos de você, pregador.
Você tem um chamado especial na sua vida e Deus o escolheu para ser a voz dele.
Porém, não precisamos de mais pregações “engraçadinhas” ou engenhosas,Não precisamos de mais piadas e brincadeiras inúteis para entreter-nos durante os cultos.
Não precisamos precisamos ouvir mais pregações de segunda mão, encontradas na Internet.
Precisamos é de pregadores que tenham o fogo de Deus.
Precisamos é de pregadores que tenham o poder de Deus.
Precisamos é de pregadores que tenham paixão pelas mensagens que proclamam.
Precisamos é de pregadores que nos alimentem da Palavra escrita de Deus e que depois nos apontem para o Verbo vivo de Deus.
Precisamos é de pregadores que sejam consumidos pelo fogo do céu para que nós também sejamos consumidos por Deus.
Precisamos é de pregadores que sejam inflamados por sua paixão pela Palavra de Deus.
Por favor, ajudem-nos, pregadores! Sabemos que temos uma responsabilidade pessoal por nosso próprio caminhar com Deus. Mas precisamos de ajuda. Somos fracos, somos frágeis, somos esquecidos. Precisamos ouvir do céu. Não precisamos ouvir sobre nosso time favorito de futebol. O que precisamos ouvir é que você foi autorizado por Deus para proclamar a palavra da vida para nós.
Estamos desfalecendo aqui nos bancos da igreja, desfalecendo porque há pouca ou nenhuma visão de Deus na maioria dos púlpitos.
Estamos cansados de ouvir o texto de Provérbios 29.18: (“Não havendo profecia [ou visão] o povo se corrompe [ou dispersa]”) interpretado erroneamente como uma exortação a planejamento de longo prazo. Nós, o povo, estamos perecendo porque não há visão de Deus. Levantem-se! Tomem sua posição! Não aceitem mediocridade! Não aceitem algo inferior! Busquem tudo que puderem de Deus, transmitam-no para nós e depois voltem para buscar mais. Persigam a Deus com paixão.
Não subam ao púlpito enquanto não tiverem uma mensagem da parte dele para nos transmitir. Não preguem enquanto não souberem que estão bem com Deus. Não subam ao púlpito enquanto não tiverem convicção de que foram ungidos por Deus e que têm o fogo de Deus.


Com sinceridade,

Kenny


28 de agosto de 2009

Intolerância Religiosa e o Futuro da Humanidade


















Por


Pr.Ricardo Gondim



Proponho trégua entre as religiões. Chega de incompreensão. Basta de sangue derramado em nome de Deus. Vamos entupir os fuzis dogmáticos com flores. Transformemos nossos tanques teológicos em tratores. Se crer gera amor e ódio com a mesma intensidade, concentremos nossas forças na ternura. Será possível um rascunho de paz religiosa, mesmo provisória? Sim, a Grande Utopia escatológica de um só pastor e um só rebanho pode ser alinhavada em pequenos gestos. O futuro será o resultado de mínimas decisões presentes. Não há mais volta, o planeta encolheu do tamanho dum vilarejo. Os desequilíbrios ecológicos locais repercutem globalmente e as decisões econômicas nacionais produzem desdobramentos mundiais. Urge pressa. Os teóricos da religião precisam conscientizar-se que vivem em sociedades complexas; é preciso conviver com os diferentes Os credos já não representam etnias ou culturas locais. Cada dia se tornará mais necessário entender o significado da tolerância. Qualquer intransigência religiosa pode desencadear uma guerra com poder de destruição comparável a um conflito atômico. Algumas mudanças precisam acontecer urgentemente entre as religiões mundiais. Que pastores, sacerdotes, rabinos e mulás dediquem mais tempo lendo, decorando e declamando poesia, e para prevenir preconceitos, que se omitam os autores. Assim, poderão saborear beleza sem distinguir entre ateus e crentes, devassos e santos; que teólogos se especializem em “agapeologia”; que solidariedade seja a melhor prece, e exemplo, o maior sermão. Que as religiões, grandes e pequenas, se concentrem na vida aqui no mundo; que busquem aliviar os cansados e oprimidos antes de prometerem salvação eterna; que visitem os doentes, antes de tentarem decodificar os mistérios da Divindade; que defendam o direito do órfão e da viúva, antes de se arvorarem únicos detentores da verdade; que aprendam a zelar pela vida e desprezem as taxas de crescimento de suas instituições; que a mão esquerda desconheça as virtudes praticadas pela direita e não usem a bondade como proselitismo; e que Deus seja percebido no rosto do próximo e não em livros, compêndios, altares ou imagens. Que os líderes eclesiásticos voltem a caminhar na beira da praia; que façam estágio na casa de um pescador artesanal; que acordem cedo, sintam o aroma do café preto, naveguem todo o dia e na boquinha da noite voltem para casa exaustos; que suas mãos calejadas lhes ensinem a manter o coração sensível; que o corpo doído lhes amorteça a ganância; que se deitem felizes numa rede, e embalados pela bruma, voltem a soletrar con-ten-ta-men-to. Que as liturgias dos templos imitem as brincadeiras infantis onde ninguém é dono de nada, nenhum projeto definitivo, e não se separam as pessoas entre líderes e liderados. Já que o Reino Eterno não é dos adultos, mas dos pequeninos desprovidos de amarguras, que os ritos busquem devolver a humanidade aos jardins-de-infância; que os bancos das igrejas sejam transformados em gangorras e balanços; que o culto vire festa parecida com casamento de italiano, com muito vinho, dança, e sem hora para terminar. Devo estar delirando, mas entre alucinar bobagens e permitir que a realidade se transforme em pesadelo, prefiro continuar um sonhador.





Soli Deo Gloria.

23 de agosto de 2009

Internacionalização da Amazônia.



























Durante um debate em uma Universidade, nos Estados Unidos em 2001, Buarque foi questionado por um estudante — que disse solicitar a resposta de um humanista e não de um brasileiro — acerca da internacionalização da Amazônia. Sua resposta, brilhante, foi dada de improviso. Posteriormente Buarque escreveu-a, sob a forma de um artigo, que aqui reproduzimos.

------------------------------------------------------------------


"Fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia, durante um debate recente, nos Estados Unidos. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha. De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia.

Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia é para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da humanidade.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, possa ser manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

fonte: www.lerpensamentos.com

Carta Aberta a Igreja Evangélica Brasileira



















Carta aberta a Igreja Evangélica Brasileira sobre os mercadores da fé!

Por Renato Vargens


Prezados Irmãos,


Hoje pela manhã em meu momento devocional me lembrei de uma linda canção do grupo Logos, o qual compartilho a letra:


“Eu sinto verdadeiro espanto no meu coração

Em constatar que o evangelho já mudou.

Quem ontem era servo agora acha-se Senhor

E diz a Deus como Ele tem que ser ...

Mas o verdadeiro evangelho exalta a Deus

Ele é tão claro como a água que eu bebi

E não se negocia sua essência e poder

Se camuflado a excelência perderá!

O evangelho é que desvenda os nossos olhos

E desamarra todo nó que já se fez

Porém, ninguém será liberto, sem que clame

Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.

O evangelho mostra o homem morto em seu pecar

Sem condições de levantar-se por si só ...

A menos que, Jesus que é justo, o arranque de onde está

E o justifique, e o apresente ao Pai.

Mostra ainda a justiça de um Deus

Que é bem maior que qualquer força ou ficção

Que não seria injusto se me deixasse perecer

Mas soberano em graça me escolheu

É por isso que não posso me esquecer

Sendo seu servo, não Lhe digo o que fazer

Determinando ou marcando hora para acontecer

O que Sua vontade mostrará.

Porém, ninguém será liberto, sem que clame

Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.”

Pois é, o Paulo Cezar do grupo Logos conseguiu resumir de forma melódica o que é o Evangelho e o que os "profetas da prosperidade’’ fizeram do Evangelho de Cristo.

Infelizmente nestes últimos dias temos visto o evangelho da Salvação Eterna sendo comercializado pelos mercadores da fé. Depois da oração vendida por sete Reais por Marcos Feliciano, eis que surge retumbante o senhor Morris Cerullo, apoiado por Silas Malafaia pedindo pela televisão R$ 900,00 de oferta. No programa Vitória em Cristo, exibido na Rede Bandeirantes e dirigido pelo apresentador da Assembléia de Deus, do dia 8 de agosto de 2009, o pregador da unção financeira, Morris Cerullo solicita em nome de Cristo uma “singela contribuição”. Segundo o profeta da prosperidade, os que aderissem ao desafio receberiam uma nova unção financeira.

Caro leitor, este não é, nunca foi e jamais será o evangelho do meu Senhor. Tais pessoas em nome de uma espiritualidade falsa têm feito da Palavra de Deus instrumento para enriquecimento próprio. A luz desta afirmação lembro daquilo que o Apostolo Paulo disse ao escrever sua carta aos Coríntios: “Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo.” I Co 5:9-13

Pois é, com estes nem comais. Duro este discurso não é verdade?

Anseio por ver o evangelho vivido por Lutero, Calvino, Jonathan Edwards, John Wesley, Spurgeon, Lloyd Jones entre tantos outros mais, sendo pregado de forma eficaz em nosso país.
Que o Senhor que tenha misericórdia de sua igreja e nos reconduza novamente aos valores inegociáveis da sã doutrina!


Renato Vargens

artigospastorais@ gmail.com

20 de agosto de 2009

GLOBO X RECORD Cuidado com os manipuladores.!!




























Amigos (as) Evangélicos do Brasil, temos assistidos nos últimos dias uma verdadeira guerra entre a RECORD x GLOBO, cujo o objetivo é o mesmo, interesses financeiros devido a disputa de audiência. O que me deixa irado é alguns sabichões do meio evangélico sairem a favor desta ou daquela envolvendo o povo Evangélico nessa disputa, como se fosse uma verdadeira "Guerra santa" a qual devemos nos engajar em nome da preservação da Nação Cristã evangélica. Não queiram usar a Igreja Evangélica Brasileira como massa de manobra para defender esta corja que têm sobrevivido a exploração da falta de informação e formação de alguns.
Presto aqui meu voto de indignação aqueles lideres religiosos que estão procurando manipular a opinião evangélica. Nos RESPEITEM..!! sabemos exercer a arte de pensar, graças a DEUS..!!!
E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os.(Lucas 2:46)

19 de agosto de 2009

Tudo certo MARINA SILVA será candidata a Presidência da República pelo PV




















Tudo acertado: a bola com Marina!
Todas as questões políticas relevantes foram acertadeas ontem à noite, em São Paulo. Haverá uma Convenção Nacional festiva, no domingo 30 de agosto, para receber Marina.

Alfredo Sirkis

Dependendo ainda de anúncio oficial da senadora Marina Silva, já está montado o cenário para seu ingresso no PV. Ele se daria no dia 30 de agosto, domingo, em São Paulo, numa convenção nacional festiva do PV precedida de uma reunião da Executiva Nacional, possivelmente no mesmo dia, pela manhã ou no sábado, dia 29.

Marina indicará nove integrantes de sua equipe que, juntamente como ela própria, ingressarão na Executiva Nacional do PV e, juntamente com onze membros atuais da Executiva, formarão uma Coordenação Nacional destinada a tratar, prioritariamente, da elaboração do texto base para os novos programas partidário (20 anos) e de governo (5 anos) pela campanha presidencial --a decisão de Marina não é automática à filiação, será tomada em momento posterior-- e outros assuntos centrais como a mobilização do partido em torno da Conferência de Copenhagen. Questões estaduais são serão tratadas pela Coordenação caso influenciem as outras esferas. Os novos programas partidário e de governo serão fechados no Congresso Verde previsto para novembro.

Foi também acordado propor a inclusão nos estatutos uma "clásula de consciência" que permite aos filiados e eleitos se absterem em relação a pontos do programa partidário que possam de alguma maneira contrariar convicões religiosas, sem prejuízo da posição oficial do partido.

Foi reiterada a importancia da campanha de mobilização Brasil no Clima que deverá conscientizar a população brasileira em relação ao papel extraordinariamente importante de nosso país na Conferência de Copenhagen, de 7 e 21 de dezembro, e da necessidade do Brasil assumir metas audazes de redução de suas emissões de carbono e metano, tanto nas queimadas na Amazônia quando nas fontes energéticas, vazadouros de lixo e agropecuaria.

A campanha Brasil no Clima será relançada com a presença de Marina, no Rio de Janeiro, no domingo 27 de setembro, numa ccaminhada pela orla marítima.

Fonte: www.pv.org.br

Onde esta sua Fé.??

















ONDE ESTÁ A SUA FÉ?

"Onde está a sua fé?" perguntou ele aos
seus discípulos. (Lucas 8.25a)

Quando sopram os maus ventos e caem sobre a cabeça
as tempestades "brabas" da vida, onde está a sua
fé?

Quando o barco enche de água e as esperanças
começam a ir a pique, onde está a sua fé?

Quando o norte desaparece e perde-se de vista a
terra no meio das ondas altas, onde está a sua fé?

Quando o Mestre dorme tranquilo e as forças da
natureza ou da humanidade ameaçam tragar, onde
está a sua fé?

Quando a ordem do Mestre de atravessar o mar
parece levar à morte, onde está a sua fé?

Quando os resultados não aparecem e os ímpios
conquistam sucessos, onde está a sua fé?

Quando o frio das decepções penetra os ossos e as
frustrações fazem ranger os dentes, onde está a
sua fé?

Quando acabam as luzes da festa e as trevas da
noite o cercam, onde está a sua fé?

Quando você deita à noite, morrendo os sons do
dia, para deixá-lo nos seus pensamentos, só você,
com Deus, onde está a sua fé?

17 de agosto de 2009

O caminho de Jericó.

















O caminho de Jericó era um problema. Era íngreme, saía do nível do mar e ia até mais ou menos 1.100 metros de altitude. Estrada conhecida como caminho sanguinário, covil de salteadores, e, apesar de ser o caminho mais curto (mais ou menos 24 quilômetros), era o mais perigoso e temido da época. É neste caminho que vamos encontrar a paisagem usada em uma das mais interessantes parábolas usadas por Jesus Cristo em seu curto ministério. Jesus, ao falar do amor ao próximo foi indagado sobre quem realmente seria o próximo a ser amado, pois o povo da época sabia muito de leis e tradições religiosas, mas era pouco afeito a repartir o pão com estranhos. Para poder ensinar sem ofender as vaidades pessoais de cada um, Jesus então propõe uma parábola. A parábola do Bom Samaritano se passa neste caminho, e, quando Jesus fala que casualmente passavam por ali sacerdotes e levitas, é porque ele sabia que este não era o caminho usual de quem subia de Jerusalém para Jericó; principalmente se levassem algum dinheiro na bolsa. Tanto sacerdotes (da linhagem de Arão) como levitas (da tribo de Levi), prestavam serviços no templo de Jerusalém, faziam seus trabalhos e viviam dele, portanto, quando voltavam, sempre tinham algum dinheiro na bolsa. O mestre sabia que seus ouvintes entenderiam a parábola, pois todos conheciam a periculosidade daquele caminho. Assim Jesus pregava, numa linguagem simples e direta, clara, concisa e que sempre chegava a tempo hábil, sem rodeios, sem rapapés ou salamaleques. O sacerdote, que por sua própria função religiosa, era para ter parado e prestado socorro ao homem ferido, passou de largo, sem se importar com o desafortunado viajante; semelhantemente assim também o fez o Levita, homem ungido que prestava serviços na casa de Deus. Ambos estavam mais preocupados em proteger suas bolsas e não se contaminar com algo impuro, do que prestar socorro ao homem caído à beira da estrada. Todavia também vinha por este caminho um samaritano, homem de Samaria, terra malvista pelos judeus. Justamente este que não tinha obrigação nenhuma de ser o próximo do moribundo, parou, teve compaixão pelo homem, abriu sua bolsa e, tirando dela azeite e vinho cuidou daquelas chagas, transportou o ferido sobre seu animal e o deixou em uma hospedaria, não se ausentando sem antes gastar dois denários com as custas da hospedagem e prometer voltar para indenizar o hospedeiro se caso algum gasto mais fosse necessário para o completo restabelecimento daquele homem. Em Nova Iorque, foi feita uma experiência com um grupo de seminaristas. No programa de formação para a pregação, pediu-se-lhes que preparassem uma homilia sobre a parábola do Bom Samaritano. Deviam preparar os seus textos e em seguida dirigir-se a pé para o estúdio onde o sermão seria gravado em vídeo. Em certo ponto desse percurso, um actor, representando um homem ferido e maltratado, jazia por terra, coberto de sangue, pedindo ajuda. Oitenta por cento dos seminaristas passaram por ele e nem sequer o viram. Tinham estudado a parábola e feito sobre ela belas composições literárias e, no entanto, passaram ignorando-o. Que teremos de fazer para nos abrirmos aos outros ? Para a maior parte das pessoas, esta profunda consciência do outro ocorre, da maneira mais forte, quando nos apaixonamos por alguém. Quando nos apaixonamos, deixamos, pelo menos de vez em quando, de ser o centro do universo, e cedemos ao outro esse lugar. Deixamos de ser o sol e passamos a ser a lua. Mas isto, realmente, não responde à nossa questão. Não podemos apaixonar-nos por toda a gente! E o Bom Samaritano não se apaixonou pelo homem ferido! A pergunta é, pois, o seguinte: Que teremos que fazer para nos deixarmos tocar por quem mal conhecemos ? O Samaritano é tocado porque vê o homem ferido. O sacerdote e o levita também o vêem, não como alguém que precisa de ajuda, mas antes como uma possível fonte de impureza. Aprendemos muito com esta parábola, mesmo que dois mil anos depois, em outro contexto, as palavras de Jesus soam atuais, como se tivessem sido escritas em pleno século 21. Aprendemos que é preciso, para amar ao próximo, dar uma parada no corre-corre do dia a dia; é preciso que olhemos ao nosso redor e tomemos pé da situação; é necessário que passemos da contemplação para a ação, rompendo de vez com a inércia espiritual que tomou conta da igreja neste terceiro milênio. Aprendemos um pouco sobre hipocrisia, sobeja entre a elite religiosa daquela época, porém não fugindo à regra em nossos dias, onde muitos se locupletam com dízimos e ofertas de gente humilde, mas que não manifestam a mínima misericórdia com o sofrimento alheio. Hoje Jesus é negociado nos altares como mercadoria barata, enquanto as ovelhas apodrecem por falta de cura, ou definham por comerem pasto de baixa caloria espiritual. Temos homens bons de ritual, retórica e tradicionalismo, mas de práticas cristãs duvidosas. Aprendemos também sobre o que levar na bolsa, ou seja, em nossa bagagem espiritual. É muito importante termos azeite (unção) para evitar o ressecamento das feridas do rebanho, e vinho, ou seja o Sangue do Cordeiro, para limpar a ferida e encaminhar sua perfeita cicatrização. Aprendemos também sobre o Serviço Social da Igreja, coisa que alguns não gostam de mencionar. Sim, pois o bom samaritano precisou de dinheiro (dois denários) para pagar a hospedagem. Notem que ele não se preocupou somente com as feridas do homem à beira do caminho, ele o encaminhou a um local limpo e decente para que o mesmo tivesse um completo restabelecimento, e mais, pagou pela hospedagem. Os dois denários (ou dracmas, moedas de prata de maior circulação em todo o Império Romano) podiam pagar 16 quilos de pão e representavam o salário de dois dias de um trabalhador. Nosso caminho para Jericó, hoje, é tão íngreme quanto o daquela época, temos tantos salteadores quanto naquela época, porém as vítimas são inúmeras, o diabo tem lançado suas setas inflamadas contra tudo e todos, e não poucos tem caído à beira da estrada. É necessário que nós, viajantes deste tempo, sempre levemos em nossa bolsa o azeite da unção de Deus, que tenhamos sempre à mão o Sangue de Cristo, e os denários, ou seja, crédito no céu, para que possamos interceder pela completa recuperação dos feridos que encontrarmos pela estrada. É necessário também que os transportemos até a estalagem, pois a maioria deles não têm forças para chegar lá sozinhos, nem possuem o dinheiro necessário para pagar as despesas. Estamos realmente dispostos a mexer em nossa bolsa? Se nossa bolsa levar só denários, prata, coisas materiais e preocupações próprias, estaremos tão cercados de cuidados para com ela que passaremos de largo por tudo e todos que encontrarmos pelo caminho. Talvez até cheguemos a salvo ao fim da estrada, mas nossa bolsa terá a chave para abrir os portões? Nosso dinheiro servirá como passaporte para a vida eterna? Nossa consciência estará em paz? O caminho para Jericó pode ser, ainda hoje, um amplo espaço para reflexão, desde que estejamos dispostos a isso!

Canção JERUSALÉM DE OURO

Tradução: Yerushalaim Shel Zahav - Jerusalém de Ouro
Yerushalaim Shel Zahav
Naomi Shemer

Avir harim tzalul kayain
Verach Oranim
Nisa Beruach ha arbaim
Im kol pa amonim

Uvetardemat yilan vaeven
Shvuia bachaloma
Hayir asher badad yoshevet
Uveliba choma

Yerushalaim shel zahav
Veshel nechoshet veshel or
Halo lechol shiraich ani kinor

Chazarnu el borot hamayim
Lashuk velakikar
Shofar kore behar habayit
Bayir ha atika

Uvamearot asher basela
Alfei shmashot zorchot
Nashuv nered el yam hamelach
Bederech Yericho

Yerushalaim shel zahav
Veshel nechoshet veshel or
Halo lechol shiraich ani kinor

Ach bevoi hayom lashir lach
Velach likshor ketarim
Katonti mitzeyir banaich
Umeacharon hameshorerim

Ki shmech tzorev et hasfataim
Keneshikat saraf
Im eshkachech yerushalaim
Asher kula zahav

Yerushalaim shel zahav
Veshel nechoshet veshel or
Halo lechol shiraich ani kinor


Jerusalém de Ouro


O ar da montanha é límpido como o vinho
E o perfume dos pinheiros
é carregado na brisa do por-do-Sol
Com os sons dos sinos.

E no sono das árvores e pedras
capturado nos sonhos dela
A cidade assenta-se solitária
E no seu centro está o muro.

Refrão: Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Veja, eu sou um violino para todas as suas canções.


As cisternas secaram
A praça do mercado está vazia
E ninguém mais freqüenta o Monte do Templo
Na Cidade Velha.

E nas grutas na montanha
Os ventos uivam
E ninguém mais desce para o Mar Morto
Pelo caminho de Jericó.

Refrão: Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Veja, eu sou um violino para todas as suas canções.


Mas assim como eu venho cantar você (a cidade) hoje,
E dizer suas preces
Eu sou a menor das mais jovens de suas crianças
E a última das poetas.

Por seu nome chamuscam-se os lábios
Como o beijo de um serafim
Se eu me esquecer de ti, Jerusalém,
Que é toda de ouro...

Refrão: Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Veja, eu sou um violino para todas as suas canções.

(quarta estrofe - depois da Guerra de 1967)

Nós voltamos para as cisternas
Ao mercado e à praça do mercado
Um shofar nos chama ao Monte do Templo
Na Cidade Velha.

E nas cavernas na montanha
Milhares de sois brilham
Nós desceremos mais uma vez ao Mar Morto
Pelo caminho de Jericó.

Refrão: Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Entre tudo isso eu sou um violino para todas as suas
canções.

15 de agosto de 2009

VENCENDO OS GIGANTES DA VIDA.!

VENCENDO OS GIGANTES DA VIDA

TEXTO: 1 Samuel 17:31-54

INTRODUÇÃO: Quantas vezes, irmãos, recuamos diante de situações difíceis? Simplesmente pelo fato de termos medo.
Às vezes nos achamos pequenos demais para enfrentarmos os gigantescos problemas que surgem à nossa frente e ficamos sem saber o que fazer, aí vem o sentimento de derrota, de frustração, de desânimo, de medo etc. Esses mesmos sentimentos estavam tendo os israelitas diante daquele problema que se chamava Golias. Não sabiam o que fazer, ninguém tinha coragem de lutar, o medo abateu-se sobre todos. Golias era homem de guerra, valente, 2,5 a 2,8 metros de altura, não temia nada. Era uma situação desesperadora, os filisteus já estavam chamando os Israelitas de covardes.

Deus então usa a Davi para dar uma lição nos filisteus e no seu povo.

Como você pode vencer os gigantes de sua vida?

1. VOCÊ NUNCA DEVE FUGIR DA LUTA (V. 32)

"...teu servo irá e pelejará contra este filisteu".

Mesmo ameaçado pela derrota, Davi se colocou como servo de Deus e confiou na vitória.
Por mais que as circunstâncias sejam adversas, não podemos nos amedrontar, nem recuar, pois a vitória é certa.

Nosso Deus pelejará por nós:

v. 37: "O SENHOR me livrou da mão do leão e da do urso; ele me livrará da mão deste filisteu". (depositou toda sua confiança em Deus)

2. VOCÊ NUNCA DEVE ACEITAR A DERROTA E O DESPREZO (VS. 42-44)

O texto diz que o filisteu desprezou a Davi, desdenhou e zombou dele...

Amado, mesmo que tudo indique o contrário, não podemos desistir. (Deus não se prende a aparências). Quem era Davi para enfrentar Golias? (só foi aceito porque ninguém queria).

Todo o povo de Israel já estava com semblante abatido de frustração, de derrota (já estavam aceitando a derrota).

3. VOCÊ NUNCA DEVE TENTAR VENCÊ-LOS COM A PRÓPRIA FORÇA (V. 45)

"Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com
lança, e com escudo; porém eu vou a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado".

Davi foi à peleja não confiando na sua própria força ou capacidade, mas confiando na força do Senhor.
Será que a força de Davi era suficiente para derrubar o gigante?
Declare a vitória como Davi o fez: nada pode resistir a você quando você vai
na força do Senhor.

4. VOCÊ DEVE ENFRENTAR NA DEPENDÊNCIA DO SENHOR (V. 46,47) (SL 20.7-8)

Devemos usar o que temos (Davi tinha um estilingue e algumas pedras).
Quiseram que ele colocasse uma armadura, o que não era próprio dele, não era para ele.
Estavam dificultando ao invés de facilitar.

Deus diz: "Abra a tua boca e eu ta encherei". Em outras palavras: "Tenha ânimo, disposição e eu te ajudarei."

CONCLUSÃO: Hoje, se passou no seu pensamento recuar por causa de algum problema, nesta hora, não desista! Deus lhe diz: Você não deve recuar; você não deve aceitar a derrota ou o desprezo; você não deve tentar vencê-lo na própria força; você precisa enfrentar na dependência do Senhor!

12 de agosto de 2009

Movimento Marina Silva PRESIDENTE

Caro amigo, cara amiga.

Este é um convite para você participar do Movimento Marina Silva Presidente: uma campanha apartidária e não-institucional para que Marina Silva seja Presidente do Brasil. Identificamos em Marina uma forte liderança política e ambientalista com capacidade para assumir a Presidência da Republica.

Eu, junto com mais de mil pessoas, estou apostando na candidatura dessa mulher, brasileira e planetária, com potencial político e pedagógico para expressar a emergente - e emergencial - transição para a Democracia com Sustentabilidade.

Marina tem força para concretizar as mudanças e transformações fundamentais que poucas lideranças políticas, hoje, teriam a capacidade de acessar para tornar realidade. É um exemplo para inspirar e educar a sociedade brasileira a seguir novos caminhos políticos diferentes das atualmente oferecidas pelas lideranças políticas estabelecidas.

Nós, cidadãos e cidadãs, precisamos assumir responsabilidades individuais e coletivas para com o conjunto da sociedade em nossa convivência com os outros seres da Natureza. Nossas escolhas afetam a todas e a cada pessoa, o local e o global. Temos uma chance agora, que está em nossas mãos, com ajuda da internet. A eleição de Obama já nos mostrou a força das redes na política.

LEMBRETE: esta é uma iniciativa de cidadania ambiental e ética, formada por sujeitos históricos e ecológicos e não possui vínculo com a própria Marina Silva. Vamos juntos sensibilizar o Brasil e a própria Marina Silva a aceitar e assumir a força desta liderança.

Seja co-responsável pela Democracia com Sustentabilidade.

Acesse o site www.marinasilvapresidente.org e inscreva-se.

Abraços e esperança,

Oração Bizantina

"Ó Luz Serena, que brilha no
Solo do meu ser,
Atrai-me para ti,
Tira-me das armadilhas dos sentidos,
Dos Labirintos da mente,
Liberta-me de símbolos, de palavras,
Que eu descubra
O Significado
A Palavra Não Dita
Na escuridão
Que vela o solo do meu ser. Amém