30 de janeiro de 2012

Pr Marco Feliciano - Poe-te em pé e falarei contigo - Mensagem Completa

Como convidar alguém para ir na sua igreja? (Invite)

O $how tem que Parar! - Jon Foreman - Instead Of A Show

20 de agosto de 2011

Crítica aprenda a lidar com elas.

Critica aprenda a lidar com elas.


"O que não me mata, me torna mais forte" - Nietzsche, filósofo.

Todos nós em algum momento da vida teremos que aprender a lidar com a Crítica que pode ser deliberadamente para nos atacar de alguma forma se assim vc recebe-lá ou pode servir como o ingrediente que faltava para vc dar um passo a frente na evolução dos seus trabalhos. O filósofo "Nietzsche" foi de uma brilhante explanação ao pé da letra, sempre recebeu as diversas críticas que sofreu, como o ingrediente que faltava na sua jornada filosófica. Portanto vamos seguir em frente no nosso processo de aprendizado que se chama "Vida", com Amor, Fé e Esperança.!

18 de março de 2011

E os Cristãos, por que tem Tanta Dificuldade com a Doutrina Espírita?

E os Cristãos, por que tem Tanta Dificuldade com a Doutrina Espírita?



São basicamente 3 as razões que levam o cristianismo a perder, sistematicamente, espaço para a doutrina espírita entre ateus e agnósticos e, não raro, entre seus próprios adeptos. A questão está na constituição daquilo que ele tem como base de toda a sua sistematização, ou seja, seus 3 pilares: ciência, filosofia e religião. Nestes 3 pressupostos, nós levamos uma “surra” dos espíritas.



Do ponto de vista científico, mesmo sabendo que o espiritismo trata questões místicas e metafísicas como científicas, o que é um equívoco, nós agimos de forma ainda pior. Mesmo hoje, existem setores da igreja que teimam em manter a eterna resistência de aproximação com a ciência. No mundo contemporâneo, esta tem sido uma das principais causas para a não adesão de novos fiéis. Tristemente, o axioma – fé e ciência são incompatíveis – é discurso certo em muitos dos púlpitos de nossa nação.



Ora, este paradigma já deveria ter, há muito, sido superado! Hoje a ciência auxilia a religião em diversas questões e, lamentavelmente, é ela que vem se aproximando da fé, e não o contrário. Estabelecer posições radicais, fundamentalistas, dogmáticas, só serve para nos manter aprisionados a idade das trevas! O protestantismo, historicamente, sempre teve compromisso com o avanço, mas, nos últimos dois séculos, parece ter involuido drasticamente quanto a esta questão.



Do ponto de vista filosófico, a impressão que temos é que a igreja ficou estagnada no século XIX. Parece que filosofia e religião é outra combinação inconjugável para os cristãos. É sabido, entretanto, que a filosofia vem retomando na sociedade contemporânea a importância que um dia teve no mundo antigo e na idade média. Afastar a igreja da filosofia só faz emburrecê-la e embrutecê-la. A filosofia, diferente da religião, está muito mais interessada nas perguntas do que nas respostas, ou seja, ela é questionadora, gosta de perscrutar, de inquirir, de avaliar. Você não acha que, em meio a tudo o que estamos vivendo, isto não seria um exercício maravilhoso em nosso meio? Isto para não lembrar que toda a doutrina cristã está impregnada pela influência filosófica de vários povos, sobretudo dos gregos.



Nossa maior tragédia, todavia, situa-se no campo religioso. É aí onde tomamos mais “pancada”. O cristianismo de nossos dias é verborrágico, ou seja, é falatório puro. Nosso discurso não consegue, nem de longe, se equiparar as nossas práticas e nisso, os espíritas nos dão um “banho”. Além do mais, tem toda esta aberração trazida pelo neopentecostalismo que transformou a igreja evangélica num show de horrores. Citando o professor André Pessoa: “No segundo século da era cristã, os pais apostólicos discutiam entre si sobre a possibilidade ou não de haver salvação fora da igreja. Hoje, a questão inverteu-se e talvez seja mais correto perguntar se há possibilidade de alguém salvar-se estando dentro da igreja”.



Escrevi, em recente artigo, o seguinte: “Quisera eu que a apologética de nossos dias fosse contra o axioma Católico da não possibilidade de haver salvação fora da Igreja de Roma. Isso seria como tirar pirulito de bebê. Hoje lutamos contra nós mesmos, é o chamado fogo amigo, mas melhor seria chamar de fogo estranho! A coisa é tão grave que indulgências e simonias tornaram-se um mal quase imperceptível junto do que temos praticado: banho de água ungida do Jordão, mapeamento genealógico das maldições hereditárias, correntes de fé, processos de regressão para cura interior, chave untada com óleo santo, banho de sal grosso, profetadas dos "santarados", pirotecnias milagrosas, cantores “gospel”, show dos endemoninhados – com direito a entrevista, barganhas de todo tipo, espólio das carteiras e dos bens dos “dizimistas”, elementos judaicos no culto – bandeira de Israel, Estrela de Davi, Shofa, e tantas outras maluquices que daria para escrever um livro só com as bizarrices encontradas em “nossos” “templos” e “cultos”.



Conclusão



Eu acredito que ainda há tempo para a igreja acordar e olhar para estas questões de forma séria e, sobretudo, pragmática. Se isto não for feito, todavia, veremos a doutrina espírita avançar cada vez mais em nosso país e continuar a “exportar” seguidores e práticas pelo mundo a fora. Por isso, reverter este quadro poderá ser desafio para a próxima geração, e não mais para a nossa...



É sabido que Chico Xavier era homem simples, sem vaidades, adepto da caridade, da solidariedade, do bem servir ao próximo. O Chico nunca foi um homem de posses, mas, ao contrário, doou em vida tudo o que recebeu para obras assistenciais e de caridade. Seria bom que alguns de nossos “apóstolos”, “missionários”, “bispos”, “astros gospel”, e outras “entidades” fizessem o mesmo, pois Jesus, a quem dizem seguir, não tinha onde reclinar a cabeça, e Paulo, afirmou: “tendo o que comer e com que nos vestir estejamos satisfeitos”. O Chico, justiça seja feita, nunca foi chique; mas os seus seguidores são...



Hoje, ser espírita é estar associado à vanguarda, a elite, a uma religião com caráter mais universal, que é tolerante, flexível, embasada, "conectada", que se preocupa com o próximo, com as obras de caridade, com as questões ambientais, políticas, ou seja, é uma religião que está alinhada com as preocupações e dilemas do homem contemporâneo. E nós, onde estamos? Ou seria melhor perguntar: e nós, em que século paramos?






Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2011/02/o-chico-e-chique.html#ixzz1GzGH6zAl

17 de março de 2011

Por uma Igreja à frente do seu tempo



Observe este vídeo do Bispo Hermes para despertar a consciência coletiva da Massa de Líderes e membros Evangélicos no Brasil e no Mundo. Ja passou da hora de Igreja despertar do sono e começar a empreender a marca do evangelho de Cristo que a tanto falamos em nossos templos mas pouco executamos.

5 de dezembro de 2010

MISSÕES URBANAS | IMPACTO UNDERGROUND

Promo 1º Seminário de Missões Urbanas - Igreja do Nazareno

Missões Urbanas a Responsabilidade da Igreja


Os grupos urbanos diferenciam-se pelas formas próprias de expressão, ou seja, por suas ideologias político-sociais, pelas músicas, vestimentas, linguagens, inclinações religiosas ou anti-religiosas. Para atendermos melhor o processo de evangelização dos grupos urbanos, se faz necessário entender conceitos como contra cultura e cultura de massa, como influenciaram e modificaram o estilo de vida das pessoas nas últimas décadas. Para entender o homem é necessário compreender a sua história. O homem é a conseqüência da evolução de fatos e sugestões que formaram seus pensamentos, costumes e culturas. Hoje encontramos nas grandes cidades diversos grupos étnico-linguísticos, alguns denominados "tribos urbanas", "alternativos", "movimento Underground" e é neste meio que encontramos pessoas feridas, amarguradas, presas a vícios, com seus sonhos roubados, identidades trocadas e na maioria das vezes vivendo neste contexto à maioria às vezes inconscientes.
Percebemos que o cenário underground tem crescido cada vez mais...
 A responsabilidade social da Igreja
 “Vendo Pilatos que nada conseguia, antes, pelo contrário, aumentava o tumulto, mandando vir água, lavou as mãos perante o povo, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo; fique o caso convosco” Mt 27.24
 O que cristãos têm a ver com os problemas dos centros urbanos? Por que devem os cristãos se envolver com o social?

No final das contas, existem duas atitudes que eles podem adotar com relação ao mundo. Uma é a fuga, outra é o engajamento.

Fugir” significa voltar as costas ao mundo em rejeição, lavar as mãos das coisas do mundo, mesmo sabendo, como Pilatos , que nem assim desaparece a responsabilidade, e endurecer o coração aos agonizantes gritos de socorro.
Engajar-se”, por outro lado, significa voltar o rosto para o mundo em compaixão, sujar as mãos, sofrer e gastar-se a serviço deste e sentir no fundo do ser o comovente e incontido amor de Deus.

Viver dentro da igreja em comunhão uns com os outros é mais conveniente do que servir em um ambiente externo apático ou mesmo hostil.

Ao invés de tentarmos fugir à nossa responsabilidade social precisamos abrir os ouvidos e escutar a voz daquele que conclama seu povo em todo tempo a sair.

Missão é a nossa resposta humana à divina comissão. É todo um estilo de vida cristão, que tanto inclui evangelismo quanto responsabilidade social, sob a convicção de que Cristo nos envia ao mundo assim como o Pai a ele o enviou.

Por que devem os cristãos se envolver com a responsabilidade social?

1º. O Senhor é Deus tanto da justiça quanto da justificação

“que faz justiça aos oprimidos; que dá pão aos famintos. O SENHOR solta os encarcerados; o SENHOR abre os olhos aos cegos; o SENHOR levanta os abatidos; o SENHOR ama os justos; o SENHOR guarda os estrangeiros; ampara o órfão e a viúva, mas transtorna o caminho dos ímpios”. Sl 146.79

2º. O Senhor nos envia como o Pai O enviou – Jo 20.21

“Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele” At 10.38

Se a missão cristã é para ser modelada pela missão de Cristo, ela certamente implicará — assim como Ele o fez — penetrarmos no mundo das pessoas. Isto significa entrar no mundo dos seus pensamentos, da sua tragédia e solidão, a fim de compartilhar Cristo com eles lá onde eles estão.

Significa disposição para renunciar a conforto e à segurança de nossa própria formação cultural, a fim de nos doarmos em serviço a indivíduos de outra cultura, de cujas necessidades quem saber jamais tenhamos conhecimento ou experiência.

3º. Não se deve separar fé de amor

Ao caminharmos pelas Escrituras, podemos ver em todos os apóstolos a mesma ênfase na necessidade de obras de amor.

Tg 2.17,18 - fé sem obras é morta.

1 Jo 3.17 – aquele que tem recursos, deve repartir com quem não tem.

Tt 2.14 – somos um povo zeloso de boas

Ef 2.10 – Fomos criados para boas obras

Gl 5.6 – a única coisa que tem valor é a fé que atua pelo amor

Portanto, temos a surpreendente seqüência de fé, amor e serviço; a verdadeira fé se expressa pelo amor, o verdadeiro amor se revela através do serviço.

Fé salvadora e amor salvador caminham lado a lado; onde quer que um deles falte faltará também o outro. Nenhum deles pode subsistir sozinho.

Que faremos diante dos desafios das nossas metrópoles? Lavaremos nossas mãos como Pilatos, tentando nos isentar da responsabilidade frente a um mundo não apenas sem salvação, mas sem pão, sem roupas, sem casa, sem esperança?

Busquemos o equilíbrio bíblico em nossas igrejas – ofereçamos ao mundo perdido o Pão vivo que desceu do céu – JESUS, sem, no entanto nos esquivarmos da ordem de Jesus a multidão faminta – “dai-lhes vos mesmos de comer” (Lc 9).